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- "note": "Cruzamento Polymarket (live 05/Jul 15:20 BRT), a 91 dias do 1º turno. Sábado de mercado parado: sem pesquisa presidencial nacional nova, o mercado mal se move. Lula segue estável a 60.50% e o gap sobre Flávio sobe de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp (03/Jul), com Flávio cedendo a 22.30% (baixa 0.10pp). O movimento mais visível foi no sub-mercado de 2º lugar do 1º turno, onde Flávio perdeu 6.0pp (para 72.5%) e Renan subiu a 11.4%; no vencedor, Renan recuou a 9.85% (baixa 0.10pp), abaixo de 10%. A divergência de NÍVEL persiste: o dinheiro real precifica Lula com folga grande enquanto as presenciais dão 2º turno apertado (Datafolha 47x43, BTG/Nexus 29/Jun empate 47x44). A novidade do dia foi a Datafolha de SP (estadual): no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, Haddad com a maior rejeição do estado (47%). O motor de notícia foi o tarifaço: Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre a taxa e acusou Lula de querê-la por ganho político (O Globo), enquanto o defeso eleitoral entra em vigor e a propaganda partidária é liberada (Portal O Dia). Caso Master esfriou (respingo na Bahia, Folha). STF impeach estável a 2.75%. Volume total do presidencial acima de USD 110M.",
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- "sources": "Polymarket ao vivo (fetchedAt 05/Jul 15:00 BRT). Base de pesquisa presidencial (última nacional): AtlasIntel/Bloomberg 01/Jul n=5.000 campo 25-30/Jun BR-04582/2026: 1T Lula 46.3% x Flávio 36.6%; 2T Lula 48.8% x Flávio 42.3%; aprovação 45.9% x desaprovação 52.3%. Antecedentes: BTG/Nexus 29/Jun 1T 42x34, 2T 47x44 (empate); Vox 27/Jun 2T 45.3x42.8; PoderData/Aya 25/Jun 2T 46x43; Datafolha 20/Jun 2T 47x43. Datafolha SP 05/Jul (estadual, governo): Tarcísio 46% x Haddad 30%, Haddad com a maior rejeição do estado (47%), aprovação de Tarcísio 45% (Folha, Estadão). Contexto 05/Jul (91 dias da eleição): sem pesquisa presidencial nacional nova, o mercado ficou estável perto do recorde de gap num sábado parado, com o tarifaço como motor (Flávio nos EUA numa audiência sobre a taxa critica Lula, O Globo) e a crise Michelle x Flávio seguindo no radar (BBC), enquanto o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha de Flávio. No RJ, uma pesquisa deu Lula 41.6% x Flávio 38.6% (Band, Poder360, empate técnico).",
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- "tendenciaPolymarket": "Estável a 60.50% (vol USD 7.2M) e o gap sobre Flávio sobe de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp (03/Jul). Sábado de mercado parado, sem pesquisa presidencial nova: o dinheiro real segue Lula com folga grande enquanto as presenciais dão 2º turno apertado (Datafolha 47x43, BTG/Nexus 47x44), mantendo a divergência de nível. O noticiário foi o tarifaço (Flávio nos EUA critica Lula, O Globo) e o calendário eleitoral (defeso em vigor, propaganda partidária liberada).",
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- "tendenciaPolymarket": "Cede a 22.30% (baixa 0.10pp, vol USD 7.2M), com o gap para Lula subindo de leve a +38.20pp num sábado parado. PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp) para Renan (11.4%), mas segue o adversário certo. Desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e acusou Lula de querê-lo por ganho político (O Globo). A crise com Michelle segue no radar (BBC), e o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele. O PL segue líder do Senado (87.5%).",
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+ "sources": "Polymarket ao vivo (fetchedAt 05/Jul 15:00 BRT). Base de pesquisa presidencial (última nacional): AtlasIntel/Bloomberg 01/Jul n=5.000 campo 25-30/Jun BR-04582/2026: 1T Lula 46.3% x Flávio 36.6%; 2T Lula 48.8% x Flávio 42.3%; aprovação 45.9% x desaprovação 52.3%. Antecedentes: BTG/Nexus 29/Jun 1T 42x34, 2T 47x44 (empate); Vox 27/Jun 2T 45.3x42.8; PoderData/Aya 25/Jun 2T 46x43; Datafolha 20/Jun 2T 47x43. Datafolha SP 05/Jul (estadual, governo): Tarcísio 46% x Haddad 30%, Haddad com a maior rejeição do estado (47%), aprovação de Tarcísio 45% (Folha, Estadão). Contexto 05/Jul (91 dias da eleição): sem pesquisa presidencial nacional nova, o mercado ficou estável perto do recorde de gap num domingo parado, com o tarifaço como motor (Flávio nos EUA numa audiência sobre a taxa critica Lula, O Globo) e a crise Michelle x Flávio seguindo no radar (BBC), enquanto o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha de Flávio. No RJ, uma pesquisa deu Lula 41.6% x Flávio 38.6% (Band, Poder360, empate técnico).",
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+ "tendenciaPolymarket": "Estável a 60.50% (vol USD 7.2M) e o gap sobre Flávio sobe de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp (03/Jul). Domingo de mercado parado, sem pesquisa presidencial nova: o dinheiro real segue Lula com folga grande enquanto as presenciais dão 2º turno apertado (Datafolha 47x43, BTG/Nexus 47x44), mantendo a divergência de nível. O noticiário foi o tarifaço (Flávio nos EUA critica Lula, O Globo) e o calendário eleitoral (defeso em vigor, propaganda partidária liberada).",
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  "tendenciaPesquisa": "AtlasIntel 01/Jul (última nacional): 1T 36.6% (gap -9.7pp), 2T 42.3% (Lula 48.8% x 42.3%), caindo 5.7pp no 2º turno frente à rodada anterior da Atlas, no auge da crise com Michelle. Rejeição segue a maior do páreo (BTG/Nexus 29/Jun 51%). No RJ, uma pesquisa deu Flávio 38.6% x Lula 41.6% (empate técnico, Band, Poder360). Antecedentes: BTG/Nexus 29/Jun 2T 44% (empate); Vox 27/Jun 2T 42.8%.",
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+ "tendenciaPolymarket": "Cede a 22.30% (baixa 0.10pp, vol USD 7.2M), com o gap para Lula subindo de leve a +38.20pp num domingo parado. PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp) para Renan (11.4%), mas segue o adversário certo. Desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e acusou Lula de querê-lo por ganho político (O Globo). A crise com Michelle segue no radar (BBC), e o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele. O PL segue líder do Senado (87.5%).",
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2
  "updatedAt": "05/07/2026, 15:20",
3
  "cards": {
4
  "sentimento": {
5
- "text1": "A 91 dias do 1º turno, sábado de mercado parado: sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se move. Lula segue estável a 60,50% (vol USD 7,2M) e Flávio cede a 22,30% (↓0,10pp, vol USD 7,2M), de modo que o gap Lula x Flávio sobe de leve a +38,20pp (↑0,10pp), ainda abaixo do pico de +39,55pp de 03/Jul. Renan recua a 9,85% (↓0,10pp), abaixo de 10%.",
6
  "text2": "Não houve pesquisa presidencial nacional nova no dia. A novidade foi a Datafolha de SP (estadual): no governo, Tarcísio lidera com 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e a aprovação de Tarcísio a 45% (Folha, Estadão). A base presidencial segue a AtlasIntel 01/Jul (Lula ampliando, 1T 46,3% x 36,6%; 2T 48,8% x 42,3%) e a Datafolha nacional de campo 17-19/Jun (2T 47% x 43%).",
7
  "text3": "O motor de notícia foi o tarifaço: Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre a taxa e criticou Lula, dizendo que o presidente quer o tarifaço de Trump por ganho político (O Globo). Lula e Flávio elevaram a disputa por segurança pública, com propostas de presídios de máxima (O Globo). No calendário, o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia). No institucional, o caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha) e o mercado não reprecifica: o STF impeach segue estável a 2,75%.",
8
  "direita": "Campo da oposição sob pressão: Flávio CEDE a 22,30% (↓0,10pp, vol USD 7,2M) e o gap para Lula sobe de leve a +38,20pp (↑0,10pp). PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72,5%, ↓6,0pp), com Renan subindo nesse sub-mercado (11,4%), mas segue o adversário certo. Foi aos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e acusou Lula de querer a taxa por ganho político (O Globo), depois de já ter pedido a Trump para adiá-la ao pós-eleição (Folha). A crise com Michelle segue cobrando preço (BBC), e o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele. Na 3ª via, Caiado estável a 1,05% mantém o 2º posto no 3º lugar do 1º turno (12,5%). O PL segue líder do Senado (87,5%).",
9
- "esquerda": "Lula segue estável a 60,50% (gap +38,20pp, ↑0,10pp) a 91 dias da eleição, num sábado de mercado parado, sem pesquisa presidencial nacional nova. A base segue a AtlasIntel 01/Jul (Lula ampliando, 1T 46,3% x 36,6%; 2T 48,8% x 42,3%), e a crise na família Bolsonaro pesa no adversário, não nele. O mercado também ignorou o institucional (caso Master esfriado, STF impeach no piso a 2,75%). A novidade estadual foi a Datafolha de SP: no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, com o PT ainda vendo espaço para Haddad crescer (Folha). Ressalvas: a aprovação online da Atlas é pior (desaprova 52,3% x aprova 45,9%), parte das presenciais ainda vê 2º turno apertado (BTG/Nexus 47x44; no RJ 41,6 x 38,6, Band, Poder360), e a rejeição (49%) segue o teto que o mercado lê como administrável.",
10
- "terceiraVia": "A 3ª via ficou estável no sábado parado. Caiado seguiu a 1,05% (estável) no vencedor, mantendo o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12,5%), atrás de Renan (62,5%). Zema ficou estável a 1,05%, mas recuou no 3º lugar do 1º turno (6,5%, ↓1,0pp); Haddad seguiu a 0,80% e Camilo Santana subiu a 0,95%. A novidade foi a Datafolha de SP: no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, Haddad com a maior rejeição do estado (47%). Só 3 de 13 pré-candidatos definiram vice (G1): Caiado (Kassab), Haddad (França) e Renan (Aroldo Medina, Folha). O melhor argumento do grupo segue o cenário sem Flávio (Futura/Apex: Caiado 16,5%, Zema 13,3%) e o empate técnico com Lula no 2º turno (PoderData/Aya 25/Jun). Caiado admitiu que a centro-direita não tem 'nome universal' para concorrer (G1).",
11
- "polymarket": "Quadro de 05/Jul (live 15:20 BRT, vol total do presidencial acima de USD 110M): (1) PRESIDENCIAL: sábado de mercado parado. Lula estável a 60,50%, Flávio cede a 22,30% (↓0,10pp), gap sobe a +38,20pp (↑0,10pp), ainda abaixo do pico de +39,55pp de 03/Jul; Renan recua a 9,85% (↓0,10pp), abaixo de 10%. (2) SUB-MERCADOS: no 2º lugar do 1º turno, Flávio cai a 72,5% (↓6,0pp) e Renan sobe a 11,4%; no 3º lugar, Renan lidera (62,5%), Caiado (12,5%) à frente de Zema (6,5%). (3) DEMAIS NOMES: Michelle 1,65%, Caiado 1,05%, Zema 1,05%, Camilo Santana 0,95%, Haddad 0,80%, Jair 0,55%. (4) STF impeach estável a 2,75%. (5) INFLAÇÃO 2026: a banda 5,00-5,49% lidera a 37,80%, seguida da 4,50-4,99% a 28,40% (consenso 4,50-5,49% soma 66,20%). (6) Motor de notícia: Flávio nos EUA numa audiência sobre o tarifaço critica Lula, dizendo que ele quer a taxa por ganho político (O Globo); Lula e Flávio elevam a disputa por segurança pública (O Globo); o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária foi liberada hoje (Portal O Dia). Datafolha SP (estadual): governo Tarcísio 46% x Haddad 30%."
12
  },
13
  "inss": {
14
  "text1": "A 91 dias da eleição, o caso Master esfriou no noticiário: a query de imprensa do dia não trouxe manchete nacional nova, e o único respingo foi na Bahia, onde a Folha aponta que a investigação do Master impulsiona a ofensiva eleitoral local. O mercado segue sem reprecificar o risco contra Lula: o gap presidencial ficou estável perto do recorde (Lula 60,50%, gap +38,20pp), sustentado pela crise na família Bolsonaro e pela folga já precificada, não pelo noticiário institucional.",
15
  "text2": "A relatoria do caso Vorcaro/Master no STF segue com André Mendonça, que também conduz o caso 'Dark Horse'. As frentes anteriores (a alegação sobre a esposa de Moraes e o contrato com o Master, e o sigilo imposto por Toffoli ao pedido da defesa de Vorcaro) seguem em aberto, mas sem movimentação nova no dia. A análise de Carolina Brígido (O Globo) pondera que os eleitores, e não a cúpula do Judiciário, decidirão primeiro quem será punido pelas fraudes de Vorcaro.",
16
- "text3": "STF impeach no Polymarket estável a 2,75%, no piso: mesmo com o caso Master ainda no radar, o mercado mantém baixo o risco de remoção de ministro. O gap a favor de Lula ficou estável perto do recorde (60,50%, +38,20pp), num sábado de mercado parado em que o motor foi o tarifaço e o calendário eleitoral, não o institucional, que o dinheiro real segue lendo como ruído político.",
17
  "text4": "No campo eleitoral, o defeso está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia); as convenções partidárias começam em 20/Jul (G1). Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e acusou Lula de querer a taxa de Trump por ganho político (O Globo). Lula e Flávio elevaram a disputa por segurança pública, com propostas de presídios de máxima (O Globo). Lula liberou R$ 520 mi para propaganda antes da eleição (Folha).",
18
  "impactoLula": "Aprovação de Lula em patamares distintos por método: a AtlasIntel online 01/Jul deu desaprova 52,3% x aprova 45,9%, pior que o platô das presenciais (BTG/Nexus 29/Jun 48% x 48%; Datafolha 20/Jun 48% x 49%). O mercado ficou estável perto do recorde (60,50%, +38,20pp) a 91 dias da eleição, sustentado pela folga já precificada e pela crise na família Bolsonaro. A rejeição de Lula permanece alta (49%, BTG/Nexus), e a Reuters aponta afastamento da Geração Z (Blog do BG).",
19
  "impactoGestao": "Inflação esperada em leve alta dentro do consenso: as bandas 4,50-5,49% somam 66,20% do mercado de inflação 2026, com a 5,00-5,49% liderando a 37,80%. Pano de fundo macro ainda controlado. No campo fiscal, o Blog do BG registra gastos da União batendo R$ 2,6 trilhões em 12 meses, encostando no pico da pandemia, e o governo acabando com subsídios ao diesel.",
20
- "conclusao": "A 91 dias da eleição, o caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha), e o mercado seguiu sem reprecificar o risco contra Lula, que ficou estável perto do recorde de gap (60,50%, +38,20pp) num sábado parado; o STF impeach seguiu no piso (2,75%). Frentes em aberto: caso Master/Vorcaro e 'Dark Horse' no STF (Mendonça), articulação no Senado e as convenções que começam em 20/Jul. Vigilância contínua."
21
  },
22
  "bancoMaster": {
23
  "text1": "Em 05/Jul, o caso Master esfriou no noticiário nacional: a query de imprensa do dia não trouxe manchete nova, e o único respingo foi na Bahia, onde a Folha aponta que a investigação do Master impulsiona a ofensiva eleitoral local. As frentes anteriores seguem em aberto: o sigilo imposto por Toffoli ao pedido da defesa de Daniel Vorcaro e a relatoria de André Mendonça sobre o caso Vorcaro/Master.",
24
  "text2": "A relatoria do caso Vorcaro/Master no STF permanece com André Mendonça, que também conduz o 'Dark Horse'. A análise de Carolina Brígido (O Globo) pondera que os eleitores, e não a cúpula do Judiciário, decidirão primeiro quem será punido pelas fraudes de Vorcaro, sinal de que o caso entra na disputa eleitoral. Jaques Wagner mantém a defesa da própria inocência.",
25
- "text3": "O Polymarket não reprecificou o caso contra Lula: o presidencial ficou estável perto do recorde de gap (Lula 60,50%, +38,20pp) num sábado parado, sustentado pela crise na família Bolsonaro, não pelo noticiário institucional. O STF impeach seguiu estável a 2,75%, no piso, mesmo com o caso Master ainda no radar.",
26
  "conclusao": "Em 05/Jul o caso Master esfriou no noticiário (só respingo na Bahia, Folha), com as frentes no STF (sigilo de Toffoli, relatoria de Mendonça) em aberto, com potencial de seguir na disputa eleitoral. O mercado não reprecificou o risco contra Lula, que ficou estável perto do recorde de gap (60,50%, +38,20pp), e o STF impeach seguiu no piso (2,75%). Frentes em aberto: STF (Vorcaro), PF, articulação no Senado e as convenções (20/Jul). Vigilância contínua."
27
  },
28
  "stf": {
@@ -31,7 +31,7 @@
31
  "gilmar": "Sem ato individual de Gilmar no dia. Permanece o voto conjunto recente (com Dino, Moraes e Zanin) que reduziu restrições a penduricalhos, e o caso Vorcaro sem movimentação judicial nova.",
32
  "dino": "Sem decisão individual de Dino no dia. Permanece o voto conjunto recente (com Moraes, Zanin e Gilmar) sobre penduricalhos.",
33
  "nexo": "O caso Master esfriou no noticiário do dia (só respingo na Bahia, Folha), com as frentes no STF (sigilo de Toffoli, relatoria de Mendonça) em aberto. A análise de Carolina Brígido (O Globo) segue valendo: os eleitores decidirão primeiro quem será punido pelas fraudes de Vorcaro. STF impeach no Polymarket estável a 2,75%, no piso.",
34
- "analise": "STF impeach no Polymarket estável a 2,75%, no piso: mesmo com o caso Master ainda no radar, o mercado mantém baixo o risco de remoção de ministro. O gap a favor de Lula ficou estável perto do recorde (60,50%, +38,20pp) sem reprecificar o institucional, num sábado de mercado parado em que o motor de notícia foi o tarifaço (Flávio nos EUA critica Lula) e o calendário eleitoral (defeso em vigor, propaganda partidária liberada). O foco segue no STF (Vorcaro e sigilo de Toffoli), na PF, no Senado e no TSE, além do embate externo (comissão do Congresso dos EUA acusa Moraes de censura)."
35
  }
36
  }
37
  }
 
2
  "updatedAt": "05/07/2026, 15:20",
3
  "cards": {
4
  "sentimento": {
5
+ "text1": "A 91 dias do 1º turno, domingo de mercado parado: sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se move. Lula segue estável a 60,50% (vol USD 7,2M) e Flávio cede a 22,30% (↓0,10pp, vol USD 7,2M), de modo que o gap Lula x Flávio sobe de leve a +38,20pp (↑0,10pp), ainda abaixo do pico de +39,55pp de 03/Jul. Renan recua a 9,85% (↓0,10pp), abaixo de 10%.",
6
  "text2": "Não houve pesquisa presidencial nacional nova no dia. A novidade foi a Datafolha de SP (estadual): no governo, Tarcísio lidera com 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e a aprovação de Tarcísio a 45% (Folha, Estadão). A base presidencial segue a AtlasIntel 01/Jul (Lula ampliando, 1T 46,3% x 36,6%; 2T 48,8% x 42,3%) e a Datafolha nacional de campo 17-19/Jun (2T 47% x 43%).",
7
  "text3": "O motor de notícia foi o tarifaço: Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre a taxa e criticou Lula, dizendo que o presidente quer o tarifaço de Trump por ganho político (O Globo). Lula e Flávio elevaram a disputa por segurança pública, com propostas de presídios de máxima (O Globo). No calendário, o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia). No institucional, o caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha) e o mercado não reprecifica: o STF impeach segue estável a 2,75%.",
8
  "direita": "Campo da oposição sob pressão: Flávio CEDE a 22,30% (↓0,10pp, vol USD 7,2M) e o gap para Lula sobe de leve a +38,20pp (↑0,10pp). PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72,5%, ↓6,0pp), com Renan subindo nesse sub-mercado (11,4%), mas segue o adversário certo. Foi aos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e acusou Lula de querer a taxa por ganho político (O Globo), depois de já ter pedido a Trump para adiá-la ao pós-eleição (Folha). A crise com Michelle segue cobrando preço (BBC), e o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele. Na 3ª via, Caiado estável a 1,05% mantém o 2º posto no 3º lugar do 1º turno (12,5%). O PL segue líder do Senado (87,5%).",
9
+ "esquerda": "Lula segue estável a 60,50% (gap +38,20pp, ↑0,10pp) a 91 dias da eleição, num domingo de mercado parado, sem pesquisa presidencial nacional nova. A base segue a AtlasIntel 01/Jul (Lula ampliando, 1T 46,3% x 36,6%; 2T 48,8% x 42,3%), e a crise na família Bolsonaro pesa no adversário, não nele. O mercado também ignorou o institucional (caso Master esfriado, STF impeach no piso a 2,75%). A novidade estadual foi a Datafolha de SP: no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, com o PT ainda vendo espaço para Haddad crescer (Folha). Ressalvas: a aprovação online da Atlas é pior (desaprova 52,3% x aprova 45,9%), parte das presenciais ainda vê 2º turno apertado (BTG/Nexus 47x44; no RJ 41,6 x 38,6, Band, Poder360), e a rejeição (49%) segue o teto que o mercado lê como administrável.",
10
+ "terceiraVia": "A 3ª via ficou estável no domingo parado. Caiado seguiu a 1,05% (estável) no vencedor, mantendo o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12,5%), atrás de Renan (62,5%). Zema ficou estável a 1,05%, mas recuou no 3º lugar do 1º turno (6,5%, ↓1,0pp); Haddad seguiu a 0,80% e Camilo Santana subiu a 0,95%. A novidade foi a Datafolha de SP: no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, Haddad com a maior rejeição do estado (47%). Só 3 de 13 pré-candidatos definiram vice (G1): Caiado (Kassab), Haddad (França) e Renan (Aroldo Medina, Folha). O melhor argumento do grupo segue o cenário sem Flávio (Futura/Apex: Caiado 16,5%, Zema 13,3%) e o empate técnico com Lula no 2º turno (PoderData/Aya 25/Jun). Caiado admitiu que a centro-direita não tem 'nome universal' para concorrer (G1).",
11
+ "polymarket": "Quadro de 05/Jul (live 15:20 BRT, vol total do presidencial acima de USD 110M): (1) PRESIDENCIAL: domingo de mercado parado. Lula estável a 60,50%, Flávio cede a 22,30% (↓0,10pp), gap sobe a +38,20pp (↑0,10pp), ainda abaixo do pico de +39,55pp de 03/Jul; Renan recua a 9,85% (↓0,10pp), abaixo de 10%. (2) SUB-MERCADOS: no 2º lugar do 1º turno, Flávio cai a 72,5% (↓6,0pp) e Renan sobe a 11,4%; no 3º lugar, Renan lidera (62,5%), Caiado (12,5%) à frente de Zema (6,5%). (3) DEMAIS NOMES: Michelle 1,65%, Caiado 1,05%, Zema 1,05%, Camilo Santana 0,95%, Haddad 0,80%, Jair 0,55%. (4) STF impeach estável a 2,75%. (5) INFLAÇÃO 2026: a banda 5,00-5,49% lidera a 37,80%, seguida da 4,50-4,99% a 28,40% (consenso 4,50-5,49% soma 66,20%). (6) Motor de notícia: Flávio nos EUA numa audiência sobre o tarifaço critica Lula, dizendo que ele quer a taxa por ganho político (O Globo); Lula e Flávio elevam a disputa por segurança pública (O Globo); o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária foi liberada hoje (Portal O Dia). Datafolha SP (estadual): governo Tarcísio 46% x Haddad 30%."
12
  },
13
  "inss": {
14
  "text1": "A 91 dias da eleição, o caso Master esfriou no noticiário: a query de imprensa do dia não trouxe manchete nacional nova, e o único respingo foi na Bahia, onde a Folha aponta que a investigação do Master impulsiona a ofensiva eleitoral local. O mercado segue sem reprecificar o risco contra Lula: o gap presidencial ficou estável perto do recorde (Lula 60,50%, gap +38,20pp), sustentado pela crise na família Bolsonaro e pela folga já precificada, não pelo noticiário institucional.",
15
  "text2": "A relatoria do caso Vorcaro/Master no STF segue com André Mendonça, que também conduz o caso 'Dark Horse'. As frentes anteriores (a alegação sobre a esposa de Moraes e o contrato com o Master, e o sigilo imposto por Toffoli ao pedido da defesa de Vorcaro) seguem em aberto, mas sem movimentação nova no dia. A análise de Carolina Brígido (O Globo) pondera que os eleitores, e não a cúpula do Judiciário, decidirão primeiro quem será punido pelas fraudes de Vorcaro.",
16
+ "text3": "STF impeach no Polymarket estável a 2,75%, no piso: mesmo com o caso Master ainda no radar, o mercado mantém baixo o risco de remoção de ministro. O gap a favor de Lula ficou estável perto do recorde (60,50%, +38,20pp), num domingo de mercado parado em que o motor foi o tarifaço e o calendário eleitoral, não o institucional, que o dinheiro real segue lendo como ruído político.",
17
  "text4": "No campo eleitoral, o defeso está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia); as convenções partidárias começam em 20/Jul (G1). Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e acusou Lula de querer a taxa de Trump por ganho político (O Globo). Lula e Flávio elevaram a disputa por segurança pública, com propostas de presídios de máxima (O Globo). Lula liberou R$ 520 mi para propaganda antes da eleição (Folha).",
18
  "impactoLula": "Aprovação de Lula em patamares distintos por método: a AtlasIntel online 01/Jul deu desaprova 52,3% x aprova 45,9%, pior que o platô das presenciais (BTG/Nexus 29/Jun 48% x 48%; Datafolha 20/Jun 48% x 49%). O mercado ficou estável perto do recorde (60,50%, +38,20pp) a 91 dias da eleição, sustentado pela folga já precificada e pela crise na família Bolsonaro. A rejeição de Lula permanece alta (49%, BTG/Nexus), e a Reuters aponta afastamento da Geração Z (Blog do BG).",
19
  "impactoGestao": "Inflação esperada em leve alta dentro do consenso: as bandas 4,50-5,49% somam 66,20% do mercado de inflação 2026, com a 5,00-5,49% liderando a 37,80%. Pano de fundo macro ainda controlado. No campo fiscal, o Blog do BG registra gastos da União batendo R$ 2,6 trilhões em 12 meses, encostando no pico da pandemia, e o governo acabando com subsídios ao diesel.",
20
+ "conclusao": "A 91 dias da eleição, o caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha), e o mercado seguiu sem reprecificar o risco contra Lula, que ficou estável perto do recorde de gap (60,50%, +38,20pp) num domingo parado; o STF impeach seguiu no piso (2,75%). Frentes em aberto: caso Master/Vorcaro e 'Dark Horse' no STF (Mendonça), articulação no Senado e as convenções que começam em 20/Jul. Vigilância contínua."
21
  },
22
  "bancoMaster": {
23
  "text1": "Em 05/Jul, o caso Master esfriou no noticiário nacional: a query de imprensa do dia não trouxe manchete nova, e o único respingo foi na Bahia, onde a Folha aponta que a investigação do Master impulsiona a ofensiva eleitoral local. As frentes anteriores seguem em aberto: o sigilo imposto por Toffoli ao pedido da defesa de Daniel Vorcaro e a relatoria de André Mendonça sobre o caso Vorcaro/Master.",
24
  "text2": "A relatoria do caso Vorcaro/Master no STF permanece com André Mendonça, que também conduz o 'Dark Horse'. A análise de Carolina Brígido (O Globo) pondera que os eleitores, e não a cúpula do Judiciário, decidirão primeiro quem será punido pelas fraudes de Vorcaro, sinal de que o caso entra na disputa eleitoral. Jaques Wagner mantém a defesa da própria inocência.",
25
+ "text3": "O Polymarket não reprecificou o caso contra Lula: o presidencial ficou estável perto do recorde de gap (Lula 60,50%, +38,20pp) num domingo parado, sustentado pela crise na família Bolsonaro, não pelo noticiário institucional. O STF impeach seguiu estável a 2,75%, no piso, mesmo com o caso Master ainda no radar.",
26
  "conclusao": "Em 05/Jul o caso Master esfriou no noticiário (só respingo na Bahia, Folha), com as frentes no STF (sigilo de Toffoli, relatoria de Mendonça) em aberto, com potencial de seguir na disputa eleitoral. O mercado não reprecificou o risco contra Lula, que ficou estável perto do recorde de gap (60,50%, +38,20pp), e o STF impeach seguiu no piso (2,75%). Frentes em aberto: STF (Vorcaro), PF, articulação no Senado e as convenções (20/Jul). Vigilância contínua."
27
  },
28
  "stf": {
 
31
  "gilmar": "Sem ato individual de Gilmar no dia. Permanece o voto conjunto recente (com Dino, Moraes e Zanin) que reduziu restrições a penduricalhos, e o caso Vorcaro sem movimentação judicial nova.",
32
  "dino": "Sem decisão individual de Dino no dia. Permanece o voto conjunto recente (com Moraes, Zanin e Gilmar) sobre penduricalhos.",
33
  "nexo": "O caso Master esfriou no noticiário do dia (só respingo na Bahia, Folha), com as frentes no STF (sigilo de Toffoli, relatoria de Mendonça) em aberto. A análise de Carolina Brígido (O Globo) segue valendo: os eleitores decidirão primeiro quem será punido pelas fraudes de Vorcaro. STF impeach no Polymarket estável a 2,75%, no piso.",
34
+ "analise": "STF impeach no Polymarket estável a 2,75%, no piso: mesmo com o caso Master ainda no radar, o mercado mantém baixo o risco de remoção de ministro. O gap a favor de Lula ficou estável perto do recorde (60,50%, +38,20pp) sem reprecificar o institucional, num domingo de mercado parado em que o motor de notícia foi o tarifaço (Flávio nos EUA critica Lula) e o calendário eleitoral (defeso em vigor, propaganda partidária liberada). O foco segue no STF (Vorcaro e sigilo de Toffoli), na PF, no Senado e no TSE, além do embate externo (comissão do Congresso dos EUA acusa Moraes de censura)."
35
  }
36
  }
37
  }
snapshots/analysis-criteriosa/2026-07-05.json CHANGED
@@ -1,13 +1,13 @@
1
  {
2
  "updatedAt": "05/07/2026, 15:20",
3
- "subtitle": "ATUALIZAÇÃO 05/Jul 15:20 BRT D+52. A 91 dias do 1º turno, sábado de mercado parado: sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se move. Lula segue estável a 60.50% (vol USD 7.2M acumulado) e o gap sobre Flávio sobe de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul. Flávio cede a 22.30% (baixa 0.10pp) e PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp), com Renan subindo nesse sub-mercado (11.4%); no vencedor, Renan recua a 9.85% (baixa 0.10pp), abaixo de 10%. A novidade do dia foi a Datafolha de SP (estadual): no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e aprovação de Tarcísio a 45%. Motor de notícia: Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e criticou Lula, dizendo que o presidente quer a taxa de Trump por ganho político (O Globo); Lula e Flávio elevaram a disputa por segurança pública, com propostas de presídios de máxima (O Globo); o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia). O caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha). STF impeach estável a 2.75%. Inflação 2026: banda 5.00-5.49% lidera a 37.80%. Volume total acima de USD 110M no presidencial.",
4
  "candidates": [
5
  {
6
  "rank": "1",
7
  "name": "Lula",
8
  "party": "PT",
9
  "color": "#DC2626",
10
- "header": "Polymarket 60.50% (estável, vol USD 7.2M acumulado) num sábado de mercado parado a 91 dias da eleição, com o gap sobre Flávio subindo de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul. Não houve pesquisa presidencial nacional nova: a base segue a AtlasIntel 01/Jul (2T 48.8% x 42.3%) e a Datafolha de campo 17-19/Jun (2T 47% x 43%). A Datafolha de SP saiu hoje (estadual): no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%. O noticiário girou no defeso eleitoral (em vigor), na propaganda partidária (liberada hoje) e no tarifaço, com Flávio nos EUA criticando Lula, dizendo que o presidente quer a taxa por ganho político (O Globo).",
11
  "fortes": [
12
  "📊 FOLGA GRANDE PRESERVADA: Lula seguiu estável a 60.50% e o gap sobre Flávio subiu de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp (03/Jul). A base de pesquisa (AtlasIntel 01/Jul) já o dava ampliando (1T 46.3% x 36.6%; 2T 48.8% x 42.3%).",
13
  "🤝 VANTAGEM DE COALIZÃO: Lula segue à frente em coligações (alianças em 25 estados x 14 de Flávio, CNN), capilaridade que se traduz em palanque e tempo de TV na reta das convenções, que começam em 20/Jul (G1). Liberou R$ 520 mi para propaganda antes da eleição (Folha).",
@@ -18,14 +18,14 @@
18
  "🌵 APROVAÇÃO ONLINE PIOR E GERAÇÃO Z: a AtlasIntel deu desaprovação de 52.3% x aprovação 45.9% (pior que o platô presencial de 48% x 48%), e a Reuters aponta afastamento da Geração Z em relação a Lula (Blog do BG).",
19
  "🏛️ REJEIÇÃO ALTA: a rejeição de Lula segue alta (49%, BTG/Nexus), teto que o mercado, mesmo com o gap perto do recorde, ainda lê como o limite de segurança da corrida."
20
  ],
21
- "analise": "Em 05/Jul, a 91 dias do 1º turno, foi um sábado de mercado parado: sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se moveu. Lula ficou estável a 60.50%, com o gap sobre Flávio subindo de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul. A base de pesquisa segue a AtlasIntel 01/Jul (2T Lula 48.8% x 42.3%) e a Datafolha de campo 17-19/Jun (2T 47x43), e a divergência de nível persiste: o dinheiro real ainda precifica Lula com folga grande enquanto as presenciais dão 2º turno apertado. A novidade foi a Datafolha de SP (estadual), que no governo deu Tarcísio 46% x Haddad 30%, teste importante para o palanque paulista do PT. O noticiário girou no calendário (defeso em vigor, propaganda partidária liberada hoje) e no tarifaço, com Flávio nos EUA numa audiência sobre a taxa, acusando Lula de querê-la por ganho político (O Globo). O mercado seguiu ignorando o institucional (STF impeach estável a 2.75%, caso Master esfriado). Ressalvas continuam: aprovação online pior (Atlas 52.3% de desaprovação), 2º turno ainda apertado nas presenciais, rejeição alta (49%). Próximo teste nacional em aberto na semana das convenções (20/Jul)."
22
  },
23
  {
24
  "rank": "2",
25
  "name": "Flávio Bolsonaro",
26
  "party": "PL",
27
  "color": "#0F52BA",
28
- "header": "Polymarket 22.30% (baixa 0.10pp, vol USD 7.2M acumulado), com o gap para Lula subindo de leve a +38.20pp num sábado de mercado parado. PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp), com Renan subindo nesse sub-mercado (11.4%), mas segue o adversário certo de Lula no 2º turno. Desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e criticou Lula, dizendo que o presidente quer a taxa de Trump por ganho político (O Globo). A crise com Michelle segue no radar, e o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele.",
29
  "fortes": [
30
  "🗳️ ADVERSÁRIO CERTO NO 2º TURNO: Flávio segue isolado como principal rival de Lula (AtlasIntel 1T 36.6%, muito à frente da 3ª via) e ainda lidera o 2º lugar do 1º turno no sub-mercado (72.5%), embora tenha cedido 6.0pp no dia para Renan (11.4%).",
31
  "🏛️ CAPILARIDADE INSTITUCIONAL: o PL segue como a maior legenda e lidera o Senado por cadeiras (87.5%). Flávio mantém o posto de principal nome de oposição no mercado, com folga sobre os demais.",
@@ -36,7 +36,7 @@
36
  "🌎 O DILEMA DO TARIFAÇO: Flávio foi aos EUA para uma audiência sobre a taxa e acusou Lula de querer o tarifaço por ganho político (O Globo), depois de já ter pedido a Trump para adiá-lo para depois da eleição (Folha, CartaCapital), admitindo que a medida ajudaria o presidente. A associação a Trump segue um passivo.",
37
  "🚨 MERCADO SEGUE CONTRA ELE: Flávio cedeu a 22.30% (baixa 0.10pp) e o gap para Lula subiu a +38.20pp; perdeu parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp) para Renan. Rejeição de 51% (a maior do páreo, BTG/Nexus) e coalizão menor (14 estados x 25, CNN)."
38
  ],
39
- "analise": "Em 05/Jul, Flávio cedeu de leve a 22.30% (baixa 0.10pp), com o gap para Lula subindo a +38.20pp num sábado de mercado parado. O movimento mais visível do dia foi no sub-mercado de 2º lugar do 1º turno, onde perdeu 6.0pp (para 72.5%) enquanto Renan subiu a 11.4%, embora Flávio siga com folga como rival certo de Lula. Sem pesquisa nova, o pano de fundo foi o tarifaço: desembarcou nos EUA para uma audiência sobre a taxa e acusou Lula de querê-la por ganho político (O Globo), depois de já ter pedido a Trump para adiá-la para o pós-eleição. A crise com Michelle segue cobrando preço (BBC), e o Estadão aponta que Tarcísio, o palanque mais forte da direita, tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele. Os limites persistem: rejeição de 51% (a maior do páreo) e coalizão menor (14 estados x 25). Segue o adversário certo de Lula, com o mercado ainda contra ele."
40
  },
41
  {
42
  "rank": "3",
@@ -61,8 +61,8 @@
61
  "name": "Caiado / Haddad / Zema",
62
  "party": "PSD/PT/Novo",
63
  "color": "#6B7280",
64
- "header": "Polymarket: 3ª via estável num sábado parado. Caiado 1.05% (estável, vol USD 4.6M) no vencedor, mantendo o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12.5%) atrás de Renan (62.5%). Zema estável a 1.05% (vol USD 4.2M); Haddad 0.80% (vol USD 6.1M) e Camilo Santana sobe a 0.95%. A novidade do dia foi a Datafolha de SP: no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e aprovação de Tarcísio a 45%. O melhor argumento do grupo segue o cenário sem Flávio (Futura/Apex: Caiado 16.5%, Zema 13.3%) e o empate técnico com Lula no 2º turno (PoderData/Aya 25/Jun). No sub-mercado de 3º lugar do 1º turno, Renan lidera (62.5%), com Caiado (12.5%) à frente de Zema (6.5%).",
65
- "subtitle": "05/Jul D+52, a 91 dias: 3ª via estável num sábado parado. Caiado 1.05% (estável) no vencedor, mantendo o 2º posto no 3º lugar do 1º turno (12.5%). Zema estável a 1.05%; Haddad 0.80%, Camilo Santana 0.95%. Datafolha SP 05/Jul: no governo Tarcísio 46% x Haddad 30%, Haddad com a maior rejeição do estado (47%). Argumentos: empate técnico de Lula com Caiado e Zema no 2º turno (PoderData/Aya) e cenário sem Flávio (Futura: Caiado 16.5%, Zema 13.3%). No 3º lugar do 1º turno, Renan lidera (62.5%), Caiado (12.5%) à frente de Zema (6.5%). Só 3 de 13 pré-candidatos definiram vice (G1): Caiado (Kassab), Haddad (França), Renan (Aroldo Medina).",
66
  "caiado": {
67
  "label": "CAIADO (PSD), Poly presidencial 1.05% (estável, vol USD 4.6M) | oficializou Kassab (PSD) como vice em chapa pura do PSD (Folha, G1) | BTG/Nexus 29/Jun 1T 5% (melhor da 3ª via) | PoderData/Aya 25/Jun 2T empate técnico com Lula | sem Flávio a Futura/Apex dá 16.5% | 3º lugar do 1º turno 12.5% no sub-mercado (estável)",
68
  "fortes": "Caiado tem chapa pura do PSD formalizada (Kassab vice, Folha, G1) e o melhor argumento da 3ª via: a BTG/Nexus 29/Jun o deu a 5% no 1T (o melhor do grupo), a PoderData/Aya o pôs em empate técnico com Lula no 2º turno (Poder360, CNN), e os cenários sem Flávio são o melhor ativo (Futura/Apex: 16.5%, lidera a 3ª via). No dia, manteve o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12.5%). É o nome posicionado para herdar a direita se Flávio não for.",
@@ -78,7 +78,7 @@
78
  "fortes": "A PoderData/Aya deu argumento a Zema: empate técnico com Lula no 2º turno (CNN). O cenário sem Flávio segue forte (Futura/Apex 13.3%). No dia, ficou estável no mercado de vencedor (1.05%), mantendo um fôlego latente como nome de gestão fiscal da direita liberal.",
79
  "fracos": "Zema ficou estável a 1.05% no vencedor, mas recuou no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (6.5%, baixa 1.0pp), atrás de Renan (62.5%) e Caiado (12.5%). A BTG/Nexus 29/Jun o mediu a 3% no 1T e a Datafolha 20/Jun a 2% (2T Lula 48% x Zema 39%). Na disputa bipolarizada Lula x Flávio o Novo não encontra tração, e prometeu anunciar o vice (Estadão)."
80
  },
81
- "analise": "Em 05/Jul, a 91 dias do 1º turno, a 3ª via ficou estável num sábado de mercado parado. Caiado seguiu a 1.05% no vencedor, mantendo o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12.5%), atrás de Renan (62.5%). Zema ficou estável a 1.05% no vencedor, mas recuou no 3º lugar do 1º turno (6.5%, baixa 1.0pp); Haddad seguiu a 0.80% e Camilo Santana subiu a 0.95%. A novidade foi a Datafolha de SP, que no governo deu Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%), quadro que dimensiona o desafio do PT no palanque paulista. Só 3 de 13 pré-candidatos definiram vice (G1): Caiado (Kassab), Haddad (França) e Renan (Aroldo Medina, Folha). Os argumentos do grupo seguem sendo o empate técnico de Lula com Caiado e Zema no 2º turno (PoderData/Aya 25/Jun) e o cenário sem Flávio (Futura: Caiado 16.5%, Zema 13.3%). O mercado não vê a 3ª via furando a polarização: o próprio Caiado admitiu que a centro-direita não tem 'nome universal' (G1). No cenário com Flávio, o 'paradoxo da direita' (G1) segue valendo."
82
  }
83
  ],
84
  "quadroComparativo": [
@@ -86,7 +86,7 @@
86
  "n": "Lula (PT)",
87
  "p": "AtlasIntel 01/Jul (última nacional, n=5.000) 1T Lula 46.3% x Flávio 36.6% (gap +9.7pp); 2T 48.8% x 42.3% (gap +6.5pp); aprovação Atlas 45.9% x 52.3% | BTG/Nexus 29/Jun 2T 47% x 44% (empate); rejeição 49% | Vox 27/Jun 2T 45.3% x 42.8% (empate) | Datafolha 20/Jun 2T 47% x 43% | RJ: Lula 41.6% x Flávio 38.6% (Band, Poder360)",
88
  "m": "60.50% (vol USD 7.2M acumulado)",
89
- "t": "Estável a 60.50% (vol USD 7.2M) e o gap Lula x Flávio sobe de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp. Sábado de mercado parado, sem pesquisa nova.",
90
  "s": "91 dias da eleição. Sem pesquisa presidencial nacional nova (base AtlasIntel 01/Jul). Aprovação online Atlas 45.9% x 52.3% (pior que o platô presencial 48% x 48%). Alianças em 25 estados x 14 de Flávio (CNN). Convenções começam em 20/Jul. Datafolha SP 05/Jul (estadual): governo Tarcísio 46% x Haddad 30%. Caso Master esfriou (respingo na Bahia, Folha). Polymarket ao vivo 05/Jul.",
91
  "pc": "#DC2626",
92
  "mc": ""
@@ -137,5 +137,5 @@
137
  "mc": ""
138
  }
139
  ],
140
- "cruzamento": "O 05/Jul, a 91 dias do 1º turno, foi um sábado de mercado parado. Sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se moveu: Lula ficou estável a 60.50% (vol USD 7.2M) e o gap sobre Flávio subiu de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul, com Flávio cedendo a 22.30% (baixa 0.10pp). O movimento mais visível foi no sub-mercado de 2º lugar do 1º turno, onde Flávio perdeu 6.0pp (para 72.5%) e Renan subiu a 11.4%; no vencedor, Renan recuou a 9.85%, abaixo de 10%. A leitura central da tese AFOS se mantém: a divergência de NÍVEL persiste, com o dinheiro real precificando Lula com folga grande enquanto as presenciais dão 2º turno apertado (Datafolha 47x43, BTG/Nexus 29/Jun empate 47x44, PoderData com empates técnicos de Caiado e Zema contra Lula). A novidade do dia foi a Datafolha de SP (estadual), que no governo deu Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e aprovação de Tarcísio a 45%, quadro que dimensiona o desafio do PT no palanque paulista. O motor de notícia foi o tarifaço: Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre a taxa e acusou Lula de querê-la por ganho político (O Globo), enquanto Lula e Flávio elevavam a disputa por segurança pública com propostas de presídios de máxima (O Globo). No calendário, o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia). No institucional, o caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha) e o STF impeach seguiu no piso (2.75%, estável), sem reprecificação. Inflação 2026: a banda 5.00-5.49% lidera a 37.80% (consenso 4.50-5.49% soma 66.20%). As convenções partidárias começam em 20/Jul (G1). Volume total acima de USD 110M no presidencial."
141
  }
 
1
  {
2
  "updatedAt": "05/07/2026, 15:20",
3
+ "subtitle": "ATUALIZAÇÃO 05/Jul 15:20 BRT D+52. A 91 dias do 1º turno, domingo de mercado parado: sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se move. Lula segue estável a 60.50% (vol USD 7.2M acumulado) e o gap sobre Flávio sobe de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul. Flávio cede a 22.30% (baixa 0.10pp) e PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp), com Renan subindo nesse sub-mercado (11.4%); no vencedor, Renan recua a 9.85% (baixa 0.10pp), abaixo de 10%. A novidade do dia foi a Datafolha de SP (estadual): no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e aprovação de Tarcísio a 45%. Motor de notícia: Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e criticou Lula, dizendo que o presidente quer a taxa de Trump por ganho político (O Globo); Lula e Flávio elevaram a disputa por segurança pública, com propostas de presídios de máxima (O Globo); o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia). O caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha). STF impeach estável a 2.75%. Inflação 2026: banda 5.00-5.49% lidera a 37.80%. Volume total acima de USD 110M no presidencial.",
4
  "candidates": [
5
  {
6
  "rank": "1",
7
  "name": "Lula",
8
  "party": "PT",
9
  "color": "#DC2626",
10
+ "header": "Polymarket 60.50% (estável, vol USD 7.2M acumulado) num domingo de mercado parado a 91 dias da eleição, com o gap sobre Flávio subindo de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul. Não houve pesquisa presidencial nacional nova: a base segue a AtlasIntel 01/Jul (2T 48.8% x 42.3%) e a Datafolha de campo 17-19/Jun (2T 47% x 43%). A Datafolha de SP saiu hoje (estadual): no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%. O noticiário girou no defeso eleitoral (em vigor), na propaganda partidária (liberada hoje) e no tarifaço, com Flávio nos EUA criticando Lula, dizendo que o presidente quer a taxa por ganho político (O Globo).",
11
  "fortes": [
12
  "📊 FOLGA GRANDE PRESERVADA: Lula seguiu estável a 60.50% e o gap sobre Flávio subiu de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp (03/Jul). A base de pesquisa (AtlasIntel 01/Jul) já o dava ampliando (1T 46.3% x 36.6%; 2T 48.8% x 42.3%).",
13
  "🤝 VANTAGEM DE COALIZÃO: Lula segue à frente em coligações (alianças em 25 estados x 14 de Flávio, CNN), capilaridade que se traduz em palanque e tempo de TV na reta das convenções, que começam em 20/Jul (G1). Liberou R$ 520 mi para propaganda antes da eleição (Folha).",
 
18
  "🌵 APROVAÇÃO ONLINE PIOR E GERAÇÃO Z: a AtlasIntel deu desaprovação de 52.3% x aprovação 45.9% (pior que o platô presencial de 48% x 48%), e a Reuters aponta afastamento da Geração Z em relação a Lula (Blog do BG).",
19
  "🏛️ REJEIÇÃO ALTA: a rejeição de Lula segue alta (49%, BTG/Nexus), teto que o mercado, mesmo com o gap perto do recorde, ainda lê como o limite de segurança da corrida."
20
  ],
21
+ "analise": "Em 05/Jul, a 91 dias do 1º turno, foi um domingo de mercado parado: sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se moveu. Lula ficou estável a 60.50%, com o gap sobre Flávio subindo de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul. A base de pesquisa segue a AtlasIntel 01/Jul (2T Lula 48.8% x 42.3%) e a Datafolha de campo 17-19/Jun (2T 47x43), e a divergência de nível persiste: o dinheiro real ainda precifica Lula com folga grande enquanto as presenciais dão 2º turno apertado. A novidade foi a Datafolha de SP (estadual), que no governo deu Tarcísio 46% x Haddad 30%, teste importante para o palanque paulista do PT. O noticiário girou no calendário (defeso em vigor, propaganda partidária liberada hoje) e no tarifaço, com Flávio nos EUA numa audiência sobre a taxa, acusando Lula de querê-la por ganho político (O Globo). O mercado seguiu ignorando o institucional (STF impeach estável a 2.75%, caso Master esfriado). Ressalvas continuam: aprovação online pior (Atlas 52.3% de desaprovação), 2º turno ainda apertado nas presenciais, rejeição alta (49%). Próximo teste nacional em aberto na semana das convenções (20/Jul)."
22
  },
23
  {
24
  "rank": "2",
25
  "name": "Flávio Bolsonaro",
26
  "party": "PL",
27
  "color": "#0F52BA",
28
+ "header": "Polymarket 22.30% (baixa 0.10pp, vol USD 7.2M acumulado), com o gap para Lula subindo de leve a +38.20pp num domingo de mercado parado. PERDE parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp), com Renan subindo nesse sub-mercado (11.4%), mas segue o adversário certo de Lula no 2º turno. Desembarcou nos EUA para uma audiência sobre o tarifaço e criticou Lula, dizendo que o presidente quer a taxa de Trump por ganho político (O Globo). A crise com Michelle segue no radar, e o Estadão aponta que Tarcísio tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele.",
29
  "fortes": [
30
  "🗳️ ADVERSÁRIO CERTO NO 2º TURNO: Flávio segue isolado como principal rival de Lula (AtlasIntel 1T 36.6%, muito à frente da 3ª via) e ainda lidera o 2º lugar do 1º turno no sub-mercado (72.5%), embora tenha cedido 6.0pp no dia para Renan (11.4%).",
31
  "🏛️ CAPILARIDADE INSTITUCIONAL: o PL segue como a maior legenda e lidera o Senado por cadeiras (87.5%). Flávio mantém o posto de principal nome de oposição no mercado, com folga sobre os demais.",
 
36
  "🌎 O DILEMA DO TARIFAÇO: Flávio foi aos EUA para uma audiência sobre a taxa e acusou Lula de querer o tarifaço por ganho político (O Globo), depois de já ter pedido a Trump para adiá-lo para depois da eleição (Folha, CartaCapital), admitindo que a medida ajudaria o presidente. A associação a Trump segue um passivo.",
37
  "🚨 MERCADO SEGUE CONTRA ELE: Flávio cedeu a 22.30% (baixa 0.10pp) e o gap para Lula subiu a +38.20pp; perdeu parte do 2º lugar do 1º turno (72.5%, baixa 6.0pp) para Renan. Rejeição de 51% (a maior do páreo, BTG/Nexus) e coalizão menor (14 estados x 25, CNN)."
38
  ],
39
+ "analise": "Em 05/Jul, Flávio cedeu de leve a 22.30% (baixa 0.10pp), com o gap para Lula subindo a +38.20pp num domingo de mercado parado. O movimento mais visível do dia foi no sub-mercado de 2º lugar do 1º turno, onde perdeu 6.0pp (para 72.5%) enquanto Renan subiu a 11.4%, embora Flávio siga com folga como rival certo de Lula. Sem pesquisa nova, o pano de fundo foi o tarifaço: desembarcou nos EUA para uma audiência sobre a taxa e acusou Lula de querê-la por ganho político (O Globo), depois de já ter pedido a Trump para adiá-la para o pós-eleição. A crise com Michelle segue cobrando preço (BBC), e o Estadão aponta que Tarcísio, o palanque mais forte da direita, tem pouco incentivo para entrar de cabeça na campanha dele. Os limites persistem: rejeição de 51% (a maior do páreo) e coalizão menor (14 estados x 25). Segue o adversário certo de Lula, com o mercado ainda contra ele."
40
  },
41
  {
42
  "rank": "3",
 
61
  "name": "Caiado / Haddad / Zema",
62
  "party": "PSD/PT/Novo",
63
  "color": "#6B7280",
64
+ "header": "Polymarket: 3ª via estável num domingo parado. Caiado 1.05% (estável, vol USD 4.6M) no vencedor, mantendo o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12.5%) atrás de Renan (62.5%). Zema estável a 1.05% (vol USD 4.2M); Haddad 0.80% (vol USD 6.1M) e Camilo Santana sobe a 0.95%. A novidade do dia foi a Datafolha de SP: no governo, Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e aprovação de Tarcísio a 45%. O melhor argumento do grupo segue o cenário sem Flávio (Futura/Apex: Caiado 16.5%, Zema 13.3%) e o empate técnico com Lula no 2º turno (PoderData/Aya 25/Jun). No sub-mercado de 3º lugar do 1º turno, Renan lidera (62.5%), com Caiado (12.5%) à frente de Zema (6.5%).",
65
+ "subtitle": "05/Jul D+52, a 91 dias: 3ª via estável num domingo parado. Caiado 1.05% (estável) no vencedor, mantendo o 2º posto no 3º lugar do 1º turno (12.5%). Zema estável a 1.05%; Haddad 0.80%, Camilo Santana 0.95%. Datafolha SP 05/Jul: no governo Tarcísio 46% x Haddad 30%, Haddad com a maior rejeição do estado (47%). Argumentos: empate técnico de Lula com Caiado e Zema no 2º turno (PoderData/Aya) e cenário sem Flávio (Futura: Caiado 16.5%, Zema 13.3%). No 3º lugar do 1º turno, Renan lidera (62.5%), Caiado (12.5%) à frente de Zema (6.5%). Só 3 de 13 pré-candidatos definiram vice (G1): Caiado (Kassab), Haddad (França), Renan (Aroldo Medina).",
66
  "caiado": {
67
  "label": "CAIADO (PSD), Poly presidencial 1.05% (estável, vol USD 4.6M) | oficializou Kassab (PSD) como vice em chapa pura do PSD (Folha, G1) | BTG/Nexus 29/Jun 1T 5% (melhor da 3ª via) | PoderData/Aya 25/Jun 2T empate técnico com Lula | sem Flávio a Futura/Apex dá 16.5% | 3º lugar do 1º turno 12.5% no sub-mercado (estável)",
68
  "fortes": "Caiado tem chapa pura do PSD formalizada (Kassab vice, Folha, G1) e o melhor argumento da 3ª via: a BTG/Nexus 29/Jun o deu a 5% no 1T (o melhor do grupo), a PoderData/Aya o pôs em empate técnico com Lula no 2º turno (Poder360, CNN), e os cenários sem Flávio são o melhor ativo (Futura/Apex: 16.5%, lidera a 3ª via). No dia, manteve o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12.5%). É o nome posicionado para herdar a direita se Flávio não for.",
 
78
  "fortes": "A PoderData/Aya deu argumento a Zema: empate técnico com Lula no 2º turno (CNN). O cenário sem Flávio segue forte (Futura/Apex 13.3%). No dia, ficou estável no mercado de vencedor (1.05%), mantendo um fôlego latente como nome de gestão fiscal da direita liberal.",
79
  "fracos": "Zema ficou estável a 1.05% no vencedor, mas recuou no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (6.5%, baixa 1.0pp), atrás de Renan (62.5%) e Caiado (12.5%). A BTG/Nexus 29/Jun o mediu a 3% no 1T e a Datafolha 20/Jun a 2% (2T Lula 48% x Zema 39%). Na disputa bipolarizada Lula x Flávio o Novo não encontra tração, e prometeu anunciar o vice (Estadão)."
80
  },
81
+ "analise": "Em 05/Jul, a 91 dias do 1º turno, a 3ª via ficou estável num domingo de mercado parado. Caiado seguiu a 1.05% no vencedor, mantendo o 2º posto no sub-mercado de 3º lugar do 1º turno (12.5%), atrás de Renan (62.5%). Zema ficou estável a 1.05% no vencedor, mas recuou no 3º lugar do 1º turno (6.5%, baixa 1.0pp); Haddad seguiu a 0.80% e Camilo Santana subiu a 0.95%. A novidade foi a Datafolha de SP, que no governo deu Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%), quadro que dimensiona o desafio do PT no palanque paulista. Só 3 de 13 pré-candidatos definiram vice (G1): Caiado (Kassab), Haddad (França) e Renan (Aroldo Medina, Folha). Os argumentos do grupo seguem sendo o empate técnico de Lula com Caiado e Zema no 2º turno (PoderData/Aya 25/Jun) e o cenário sem Flávio (Futura: Caiado 16.5%, Zema 13.3%). O mercado não vê a 3ª via furando a polarização: o próprio Caiado admitiu que a centro-direita não tem 'nome universal' (G1). No cenário com Flávio, o 'paradoxo da direita' (G1) segue valendo."
82
  }
83
  ],
84
  "quadroComparativo": [
 
86
  "n": "Lula (PT)",
87
  "p": "AtlasIntel 01/Jul (última nacional, n=5.000) 1T Lula 46.3% x Flávio 36.6% (gap +9.7pp); 2T 48.8% x 42.3% (gap +6.5pp); aprovação Atlas 45.9% x 52.3% | BTG/Nexus 29/Jun 2T 47% x 44% (empate); rejeição 49% | Vox 27/Jun 2T 45.3% x 42.8% (empate) | Datafolha 20/Jun 2T 47% x 43% | RJ: Lula 41.6% x Flávio 38.6% (Band, Poder360)",
88
  "m": "60.50% (vol USD 7.2M acumulado)",
89
+ "t": "Estável a 60.50% (vol USD 7.2M) e o gap Lula x Flávio sobe de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp. Domingo de mercado parado, sem pesquisa nova.",
90
  "s": "91 dias da eleição. Sem pesquisa presidencial nacional nova (base AtlasIntel 01/Jul). Aprovação online Atlas 45.9% x 52.3% (pior que o platô presencial 48% x 48%). Alianças em 25 estados x 14 de Flávio (CNN). Convenções começam em 20/Jul. Datafolha SP 05/Jul (estadual): governo Tarcísio 46% x Haddad 30%. Caso Master esfriou (respingo na Bahia, Folha). Polymarket ao vivo 05/Jul.",
91
  "pc": "#DC2626",
92
  "mc": ""
 
137
  "mc": ""
138
  }
139
  ],
140
+ "cruzamento": "O 05/Jul, a 91 dias do 1º turno, foi um domingo de mercado parado. Sem pesquisa presidencial nacional nova, o Polymarket mal se moveu: Lula ficou estável a 60.50% (vol USD 7.2M) e o gap sobre Flávio subiu de leve a +38.20pp (alta 0.10pp), ainda abaixo do pico de +39.55pp de 03/Jul, com Flávio cedendo a 22.30% (baixa 0.10pp). O movimento mais visível foi no sub-mercado de 2º lugar do 1º turno, onde Flávio perdeu 6.0pp (para 72.5%) e Renan subiu a 11.4%; no vencedor, Renan recuou a 9.85%, abaixo de 10%. A leitura central da tese AFOS se mantém: a divergência de NÍVEL persiste, com o dinheiro real precificando Lula com folga grande enquanto as presenciais dão 2º turno apertado (Datafolha 47x43, BTG/Nexus 29/Jun empate 47x44, PoderData com empates técnicos de Caiado e Zema contra Lula). A novidade do dia foi a Datafolha de SP (estadual), que no governo deu Tarcísio 46% x Haddad 30%, com Haddad na maior rejeição do estado (47%) e aprovação de Tarcísio a 45%, quadro que dimensiona o desafio do PT no palanque paulista. O motor de notícia foi o tarifaço: Flávio desembarcou nos EUA para uma audiência sobre a taxa e acusou Lula de querê-la por ganho político (O Globo), enquanto Lula e Flávio elevavam a disputa por segurança pública com propostas de presídios de máxima (O Globo). No calendário, o defeso eleitoral está em vigor e a propaganda partidária interna foi liberada hoje (Portal O Dia). No institucional, o caso Master esfriou (só respingo na Bahia, Folha) e o STF impeach seguiu no piso (2.75%, estável), sem reprecificação. Inflação 2026: a banda 5.00-5.49% lidera a 37.80% (consenso 4.50-5.49% soma 66.20%). As convenções partidárias começam em 20/Jul (G1). Volume total acima de USD 110M no presidencial."
141
  }