daily mirror — 29/07/2026
Browse files
data/divergence-timeseries.csv
CHANGED
|
@@ -132,6 +132,6 @@ poll_date,institute,register_tse,candidate,poll_pct,polymarket_pct,polymarket_da
|
|
| 132 |
2026-07-27,BTG/Nexus,BR-01489/2026,Zema,3,0.95,2026-07-11,-2.05
|
| 133 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Lula,44.9,62.5,2026-07-29,17.6
|
| 134 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Flávio,35.8,23.95,2026-07-29,-11.85
|
| 135 |
-
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Renan,7.8,8.
|
| 136 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Caiado,3.1,2.35,2026-07-29,-0.75
|
| 137 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Zema,2.8,0.75,2026-07-29,-2.05
|
|
|
|
| 132 |
2026-07-27,BTG/Nexus,BR-01489/2026,Zema,3,0.95,2026-07-11,-2.05
|
| 133 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Lula,44.9,62.5,2026-07-29,17.6
|
| 134 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Flávio,35.8,23.95,2026-07-29,-11.85
|
| 135 |
+
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Renan,7.8,8.7,2026-07-29,0.9
|
| 136 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Caiado,3.1,2.35,2026-07-29,-0.75
|
| 137 |
2026-07-29,AtlasIntel,BR-08602/2026,Zema,2.8,0.75,2026-07-29,-2.05
|
data/market-odds-timeseries.csv
CHANGED
|
@@ -541,7 +541,7 @@ date,candidate,party,polymarket_pct,volume_usd_m
|
|
| 541 |
2026-07-28,Romeu Zema,Novo,0.55,4.55
|
| 542 |
2026-07-29,Lula,PT,62.5,7.73
|
| 543 |
2026-07-29,Flávio Bolsonaro,PL,23.95,7.7
|
| 544 |
-
2026-07-29,Renan Santos,Missão,8.
|
| 545 |
-
2026-07-29,STF impeachment,,
|
| 546 |
2026-07-29,Caiado,PSD,2.35,5.2
|
| 547 |
2026-07-29,Romeu Zema,Novo,0.75,4.57
|
|
|
|
| 541 |
2026-07-28,Romeu Zema,Novo,0.55,4.55
|
| 542 |
2026-07-29,Lula,PT,62.5,7.73
|
| 543 |
2026-07-29,Flávio Bolsonaro,PL,23.95,7.7
|
| 544 |
+
2026-07-29,Renan Santos,Missão,8.7,8.59
|
| 545 |
+
2026-07-29,STF impeachment,,3.35,83
|
| 546 |
2026-07-29,Caiado,PSD,2.35,5.2
|
| 547 |
2026-07-29,Romeu Zema,Novo,0.75,4.57
|
polls/polls-data-2026-07-29.json
CHANGED
|
@@ -1069,8 +1069,8 @@
|
|
| 1069 |
"lastUpdate": "2026-07-29"
|
| 1070 |
},
|
| 1071 |
"polymarketComparison": {
|
| 1072 |
-
"note": "Cruzamento Polymarket (captura ao vivo 29/Jul
|
| 1073 |
-
"sources": "Polymarket via proxy AFOS (captura ao vivo 29/Jul
|
| 1074 |
"candidates": [
|
| 1075 |
{
|
| 1076 |
"name": "Lula",
|
|
@@ -1088,7 +1088,7 @@
|
|
| 1088 |
"pesquisaRange": "28-38%",
|
| 1089 |
"polymarket": "23,95%",
|
| 1090 |
"tendenciaPesquisa": "A AtlasIntel de 29/Jul o mede em 35,8% no 1º turno e em 42,9% no returno contra 49,2% de Lula, com rejeição de 52,9%, a mais alta entre os testados. Contra a rodada de 01/Jul do instituto ele CAI de 36,6% para 35,8%, dentro da margem de 1pp. O achado desconfortável para ele é interno ao levantamento: JAIR Bolsonaro testa melhor no returno, perdendo por 5,3pp contra os 6,3pp dele, ainda que a diferença de 1,0pp entre os dois cenários esteja no limite da margem. Nas estaduais do dia, ele lidera São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, por 34% a 30% no 1º turno e por 40% a 35% no returno (Genial/Quaest, n=1.650, campo 23-27/Jul), e fica muito atrás no Nordeste, com 18% na Bahia e 23% no Ceará.",
|
| 1091 |
-
"tendenciaPolymarket": "SOBE 0,10pp para 23,95% (vol USD 7,70M), e o movimento pequeno tem uma leitura de série: é o quarto fechamento diário seguido em alta no histórico do AFOS, que saiu de 22,90% em 25/Jul. Como o favorito caiu 1,00pp, o gap contra ele estreitou 1,10pp e foi a +38,55pp. Nos sub-mercados, ficou
|
| 1092 |
"odds": 23.95,
|
| 1093 |
"percentage": 35.8,
|
| 1094 |
"lastUpdate": "2026-07-29",
|
|
@@ -1097,9 +1097,9 @@
|
|
| 1097 |
{
|
| 1098 |
"name": "Renan Santos",
|
| 1099 |
"pesquisaRange": "2-9%",
|
| 1100 |
-
"polymarket": "8,
|
| 1101 |
"tendenciaPesquisa": "A leitura nova é a melhor dele em amostra e a segunda melhor em nível: a AtlasIntel de 29/Jul o mede em 7,8%, atrás apenas dos 9% da Real Time de 21/Jul e à frente dos 6% da PoderData/Aya de 16/Jul, dos 5% da BTG/Nexus de 27/Jul e dos 3% de Datafolha, Gerp e Indexa. A dispersão entre institutos segue aberta, e agora com a maior amostra do recorte no meio dela em vez de nas pontas. No returno, é o cenário mais confortável para Lula em todo o levantamento: 47,6% a 30,2%, uma distância de 17,4pp.",
|
| 1102 |
-
"tendenciaPolymarket": "CAI 0,
|
| 1103 |
"odds": 8.6,
|
| 1104 |
"percentage": 7.8,
|
| 1105 |
"lastUpdate": "2026-07-29",
|
|
@@ -1109,7 +1109,7 @@
|
|
| 1109 |
"name": "Ronaldo Caiado",
|
| 1110 |
"pesquisaRange": "3-7%",
|
| 1111 |
"polymarket": "2,35%",
|
| 1112 |
-
"tendenciaPesquisa": "A terceira medição chegou e ela desmente o empate técnico: a AtlasIntel de 29/Jul o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe dos 45% a 43% daquele levantamento e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul, portanto, ficou do lado da Datafolha. Politicamente foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas
|
| 1113 |
"tendenciaPolymarket": "INVERTEU O SINAL DE ONTEM, e a inversão é o dado. Ontem subia forte no book de colocação e caía no de vencedor; hoje SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35% (vol USD 5,20M), e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e 19/Jun. Ou seja, o preço dele voltou ao topo da própria faixa histórica no mesmo dia em que a pesquisa de maior amostra do recorte o cortou pela metade. Ressalva de escala: 2,35% segue sendo patamar baixo em absoluto.",
|
| 1114 |
"odds": 2.35,
|
| 1115 |
"percentage": 3.1,
|
|
@@ -1120,7 +1120,7 @@
|
|
| 1120 |
"name": "Tarcísio",
|
| 1121 |
"pesquisaRange": "n/d",
|
| 1122 |
"polymarket": "0,15%",
|
| 1123 |
-
"tendenciaPesquisa": "Não é candidato à Presidência e não é testado no cenário principal de 1º turno por nenhuma nacional, incluindo a AtlasIntel de 29/Jul. Na estadual de São Paulo, a Genial/Quaest o dá com 41% contra 26% de Haddad no 1º turno e com 55% de aprovação contra 29% de desaprovação, disputa que não entra neste painel de escopo nacional. O fato do dia que atravessa o recorte nacional é político, não de urna: ele
|
| 1124 |
"tendenciaPolymarket": "ESTÁVEL em 0,15% (vol USD 13,66M), sem variação. Segue sendo o volume acumulado mais alto entre os nomes com preço vivo no book presidencial, com o preço em pouco mais de um décimo de ponto percentual. É o exemplo mais claro do painel de que volume mede história negociada e não convicção atual.",
|
| 1125 |
"odds": 0.15,
|
| 1126 |
"percentage": 0,
|
|
@@ -1143,13 +1143,13 @@
|
|
| 1143 |
"pesquisaRange": "n/d",
|
| 1144 |
"polymarket": "0,25%",
|
| 1145 |
"tendenciaPesquisa": "Não é testado para presidente no cenário principal de nenhuma nacional, incluindo a AtlasIntel de 29/Jul. Aparece, isso sim, num dos dois cenários de returno SEM Lula do levantamento, e o resultado é o mais apertado da rodada inteira: Haddad 44,3% contra Flávio 43,7%, empate técnico dentro da margem de 1pp. Na estadual de São Paulo, a Genial/Quaest o dá com 26% contra 41% de Tarcísio no 1º turno.",
|
| 1146 |
-
"tendenciaPolymarket": "ESTÁVEL em 0,25% (vol USD 6,38M) no contrato de vencedor pelo segundo pregão, e SOBE 0,
|
| 1147 |
"odds": 0.25,
|
| 1148 |
"percentage": 0,
|
| 1149 |
"lastUpdate": "2026-07-29",
|
| 1150 |
"value": 0.25
|
| 1151 |
}
|
| 1152 |
],
|
| 1153 |
-
"updatedAt": "29/07/2026,
|
| 1154 |
}
|
| 1155 |
}
|
|
|
|
| 1069 |
"lastUpdate": "2026-07-29"
|
| 1070 |
},
|
| 1071 |
"polymarketComparison": {
|
| 1072 |
+
"note": "Cruzamento Polymarket (captura ao vivo 29/Jul 22:50 UTC, degraded false, failedCount 0), a 67 dias do 1º turno. O DIA É O INVERSO EXATO DA VÉSPERA, e a inversão é o achado. Ontem não houve urna nacional e o preço do favorito SUBIU 1,00pp. Hoje saiu a maior pesquisa nacional do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, de 63,50% para 62,50%, com o gap sobre Flávio recuando de +39,65pp para +38,55pp. A URNA DO DIA: AtlasIntel/Bloomberg (campo 22 a 27/Jul, n=5.021, margem de 1pp, BR-08602/2026), a maior amostra do recorte e a menor margem, empatada em 1pp com a própria rodada do instituto em 01/Jul. No 1º turno, Lula 44,9% e Flávio 35,8%, gap de 9,1pp; Renan Santos 7,8%, Caiado 3,1% e Zema 2,8%. Lula vence os seis returnos em que aparece, e a vantagem mais apertada é de 5,3pp contra JAIR Bolsonaro (49,2% a 43,9%), não contra Flávio, que fica em 6,3pp. Contra a rodada de 01/Jul do mesmo instituto, os DOIS primeiros caem, Lula de 46,3% para 44,9% e Flávio de 36,6% para 35,8%, e o gap do 1º turno estreita de 9,7pp para 9,1pp. Com margem de 1pp, cada um desses movimentos está no ruído, então a leitura honesta da urna é estabilidade. A DIREÇÃO COINCIDE, O TAMANHO NÃO: a pesquisa estreitou o gap em 0,6pp e o mercado estreitou 1,10pp no mesmo dia. O painel registra a coincidência de direção e NÃO afirma que a pesquisa moveu o preço, porque o mesmo pregão teve o desdobramento do vídeo de inteligência artificial na convenção do PL, com a defesa de Jair Bolsonaro respondendo a Moraes que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz, e teve o governo brasileiro passando a ler a prorrogação da emergência americana como possível preparação de novas sanções. O ACHADO DE MÉTODO DO DIA está em Renan Santos: com 7,8% na urna e 8,70% de preço, a distância entre probabilidade implícita e intenção de voto declarada caiu para 0,90pp, e nesta rodada ela estreitou pelo lado da URNA, que subiu, e não pelo lado do preço. Nas semanas anteriores era sempre o preço que cedia. Continua sendo comparação entre grandezas diferentes, e o painel a registra como distância, não como erro de alguém. O MERCADO NO DETALHE: Lula 62,50% (queda 1,00pp, vol USD 7,73M), Flávio 23,95% (alta 0,10pp, vol USD 7,70M), Renan Santos 8,70% (queda 0,05pp, vol USD 8,59M), Caiado 2,35% (alta 0,45pp, vol USD 5,20M), Zema 0,75% (alta 0,20pp, vol USD 4,57M). CAIADO INVERTEU O SINAL DE ONTEM: ontem subia no 3º lugar e caía no vencedor, hoje SUBIU 0,45pp no vencedor e CAIU 1,00pp no 3º lugar, para 25,50%. Os 2,35% da captura de hoje estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%. E a urna do dia foi ruim para ele: 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e returno de 48,2% a 38,9%, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento. A divergência sobre Caiado ganhou terceira medição e ela ficou do lado da Datafolha. FLÁVIO subiu pouco e subiu de novo: 23,95% é o quarto fechamento diário seguido em alta na série do AFOS, que saiu de 22,90% em 25/Jul. Nos sub-mercados, ele subiu 0,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,50%, e caiu 1,50pp no 3º lugar, para 6,25%. INSTITUCIONAL: o mercado de impeachment de ministro do STF subiu 0,55pp, para 3,35% (vol USD 83 mil), no dia mais denso da semana em fato institucional, e a direção acompanhou o acúmulo; com USD 83 mil contra USD 116,49M do presidencial, o tamanho não sustenta narrativa, só a direção é registrável. NOTA DE CAPTURA: a trava de dupla leitura rodou TRÊS vezes hoje. Reprovou a 1ª por divergência de 1,00pp no 3º lugar de Renan Santos (62,50% contra 61,50%), aprovou a 2ª sem nenhuma divergência, e na 3ª, às 19:50, reprovou de novo, agora APENAS no book de Michelle Bolsonaro (0,35% a 0,55%). Foram quatro leituras no total, e os 61,50% publicados são o valor que repetiu nas três últimas. Volume total acumulado no presidencial em USD 116,49M.",
|
| 1073 |
+
"sources": "Polymarket via proxy AFOS (captura ao vivo 29/Jul 22:50 UTC, degraded false, failedCount 0, scripts/capture-guard.ts em três rodadas: reprovada a 1ª no 3º lugar de Renan Santos, aprovada a 2ª, e reprovada a 3ª às 19:50 apenas no book de Michelle Bolsonaro, publicado como faixa) + AtlasIntel/Bloomberg 29/Jul (BR-08602/2026, n=5.021, campo 22-27/Jul, margem 1pp, última nacional e maior amostra do recorte) + BTG/Nexus 27/Jul (BR-01489/2026, n=2.004, campo 24-26/Jul) + Datafolha 24/Jul (BR-01166/2026, n=2.004) + Gerp 22/Jul (BR-05026/2026) + Indexa 21/Jul (BR-02904/2026) + Real Time Big Data 21/Jul (BR-09247/2026) + PoderData/Aya 16/Jul (BR-00059/2026) + Genial/Quaest 15/Jul (BR-07181/2026) + Futura/Apex 14/Jul (BR-07294/2026) + AtlasIntel 01/Jul (BR-04582/2026). Estaduais de 29/Jul citadas como contexto e fora do recorte nacional: Genial/Quaest SP (BR-09998/2026 e SP-04846/2026, n=1.650, campo 23-27/Jul), Genial/Quaest BA (via G1) e Ipsos-Ipec CE (BR-07235/2026, n=800, campo 23-26/Jul). Série do AFOS conferida em scripts/check-superlativo.ts, direto no Neon, sem cap de janela: cobertura de 14/Abr a 29/Jul, topo de Lula em 63,50% (26 e 28/Jul) e maior gap em +39,80pp (26/Jul).",
|
| 1074 |
"candidates": [
|
| 1075 |
{
|
| 1076 |
"name": "Lula",
|
|
|
|
| 1088 |
"pesquisaRange": "28-38%",
|
| 1089 |
"polymarket": "23,95%",
|
| 1090 |
"tendenciaPesquisa": "A AtlasIntel de 29/Jul o mede em 35,8% no 1º turno e em 42,9% no returno contra 49,2% de Lula, com rejeição de 52,9%, a mais alta entre os testados. Contra a rodada de 01/Jul do instituto ele CAI de 36,6% para 35,8%, dentro da margem de 1pp. O achado desconfortável para ele é interno ao levantamento: JAIR Bolsonaro testa melhor no returno, perdendo por 5,3pp contra os 6,3pp dele, ainda que a diferença de 1,0pp entre os dois cenários esteja no limite da margem. Nas estaduais do dia, ele lidera São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, por 34% a 30% no 1º turno e por 40% a 35% no returno (Genial/Quaest, n=1.650, campo 23-27/Jul), e fica muito atrás no Nordeste, com 18% na Bahia e 23% no Ceará.",
|
| 1091 |
+
"tendenciaPolymarket": "SOBE 0,10pp para 23,95% (vol USD 7,70M), e o movimento pequeno tem uma leitura de série: é o quarto fechamento diário seguido em alta no histórico do AFOS, que saiu de 22,90% em 25/Jul. Como o favorito caiu 1,00pp, o gap contra ele estreitou 1,10pp e foi a +38,55pp. Nos sub-mercados, ficou em ALTA de 0,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,50%, e em QUEDA de 1,50pp no 3º lugar, para 6,25%. Um nome que sobe no contrato de segundo colocado e cede no de terceiro está com a posição de returno consolidada, não em disputa.",
|
| 1092 |
"odds": 23.95,
|
| 1093 |
"percentage": 35.8,
|
| 1094 |
"lastUpdate": "2026-07-29",
|
|
|
|
| 1097 |
{
|
| 1098 |
"name": "Renan Santos",
|
| 1099 |
"pesquisaRange": "2-9%",
|
| 1100 |
+
"polymarket": "8,70%",
|
| 1101 |
"tendenciaPesquisa": "A leitura nova é a melhor dele em amostra e a segunda melhor em nível: a AtlasIntel de 29/Jul o mede em 7,8%, atrás apenas dos 9% da Real Time de 21/Jul e à frente dos 6% da PoderData/Aya de 16/Jul, dos 5% da BTG/Nexus de 27/Jul e dos 3% de Datafolha, Gerp e Indexa. A dispersão entre institutos segue aberta, e agora com a maior amostra do recorte no meio dela em vez de nas pontas. No returno, é o cenário mais confortável para Lula em todo o levantamento: 47,6% a 30,2%, uma distância de 17,4pp.",
|
| 1102 |
+
"tendenciaPolymarket": "CAI 0,05pp para 8,70% (vol USD 8,59M), e o número que importa hoje não é o preço, é a distância. Com 7,8% na urna contra 8,70% de preço, a divergência que o painel acompanha desde junho caiu para 0,90pp, e nesta rodada ela estreitou pelo lado da URNA, que subiu, e não pelo lado do preço, que é como vinha estreitando. Nos sub-mercados, caiu 0,45pp no 2º lugar do 1º turno, para 11,70%, e RECUPEROU 1,00pp no 3º lugar, para 61,50%, revertendo parte da transferência para Caiado. Esse foi o único book que a trava reprovou na 1ª rodada, e o valor publicado repetiu nas três leituras seguintes. Ressalva de série: pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr.",
|
| 1103 |
"odds": 8.6,
|
| 1104 |
"percentage": 7.8,
|
| 1105 |
"lastUpdate": "2026-07-29",
|
|
|
|
| 1109 |
"name": "Ronaldo Caiado",
|
| 1110 |
"pesquisaRange": "3-7%",
|
| 1111 |
"polymarket": "2,35%",
|
| 1112 |
+
"tendenciaPesquisa": "A terceira medição chegou e ela desmente o empate técnico: a AtlasIntel de 29/Jul o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe dos 45% a 43% daquele levantamento e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul, portanto, ficou do lado da Datafolha. Politicamente foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem sua candidatura (CNN Brasil) e ele passou a atacar Lula e Flávio na mesma medida (Folha de S.Paulo).",
|
| 1113 |
"tendenciaPolymarket": "INVERTEU O SINAL DE ONTEM, e a inversão é o dado. Ontem subia forte no book de colocação e caía no de vencedor; hoje SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35% (vol USD 5,20M), e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e 19/Jun. Ou seja, o preço dele voltou ao topo da própria faixa histórica no mesmo dia em que a pesquisa de maior amostra do recorte o cortou pela metade. Ressalva de escala: 2,35% segue sendo patamar baixo em absoluto.",
|
| 1114 |
"odds": 2.35,
|
| 1115 |
"percentage": 3.1,
|
|
|
|
| 1120 |
"name": "Tarcísio",
|
| 1121 |
"pesquisaRange": "n/d",
|
| 1122 |
"polymarket": "0,15%",
|
| 1123 |
+
"tendenciaPesquisa": "Não é candidato à Presidência e não é testado no cenário principal de 1º turno por nenhuma nacional, incluindo a AtlasIntel de 29/Jul. Na estadual de São Paulo, a Genial/Quaest o dá com 41% contra 26% de Haddad no 1º turno e com 55% de aprovação contra 29% de desaprovação, disputa que não entra neste painel de escopo nacional. O fato do dia que atravessa o recorte nacional é político, não de urna: ele liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem Caiado, sem deixar de dizer que o candidato dele segue sendo Flávio (CNN Brasil).",
|
| 1124 |
"tendenciaPolymarket": "ESTÁVEL em 0,15% (vol USD 13,66M), sem variação. Segue sendo o volume acumulado mais alto entre os nomes com preço vivo no book presidencial, com o preço em pouco mais de um décimo de ponto percentual. É o exemplo mais claro do painel de que volume mede história negociada e não convicção atual.",
|
| 1125 |
"odds": 0.15,
|
| 1126 |
"percentage": 0,
|
|
|
|
| 1143 |
"pesquisaRange": "n/d",
|
| 1144 |
"polymarket": "0,25%",
|
| 1145 |
"tendenciaPesquisa": "Não é testado para presidente no cenário principal de nenhuma nacional, incluindo a AtlasIntel de 29/Jul. Aparece, isso sim, num dos dois cenários de returno SEM Lula do levantamento, e o resultado é o mais apertado da rodada inteira: Haddad 44,3% contra Flávio 43,7%, empate técnico dentro da margem de 1pp. Na estadual de São Paulo, a Genial/Quaest o dá com 26% contra 41% de Tarcísio no 1º turno.",
|
| 1146 |
+
"tendenciaPolymarket": "ESTÁVEL em 0,25% (vol USD 6,38M) no contrato de vencedor pelo segundo pregão, e SOBE 0,30pp no book de 2º lugar do 1º turno, para 1,15%, com volume acumulado de USD 687 mil. É um caso de sinal cruzado que vale registrar: o mercado não mexeu na chance de ele ganhar e mexeu na de ele chegar ao returno, no mesmo dia em que a AtlasIntel o mostrou em empate técnico com Flávio num cenário sem Lula. O painel registra a coincidência e não afirma causa, porque aquele book soma USD 4,34M contra USD 116,49M do presidencial.",
|
| 1147 |
"odds": 0.25,
|
| 1148 |
"percentage": 0,
|
| 1149 |
"lastUpdate": "2026-07-29",
|
| 1150 |
"value": 0.25
|
| 1151 |
}
|
| 1152 |
],
|
| 1153 |
+
"updatedAt": "29/07/2026, 19:50"
|
| 1154 |
}
|
| 1155 |
}
|
snapshots/analysis-cards/2026-07-29.json
CHANGED
|
@@ -1,38 +1,38 @@
|
|
| 1 |
{
|
| 2 |
-
"updatedAt": "29/07/2026,
|
| 3 |
"cards": {
|
| 4 |
"sentimento": {
|
| 5 |
"text1": "A 67 dias do 1º turno, a quarta-feira devolveu ao painel exatamente o que faltava ontem: urna nacional, e a de maior amostra do recorte. A AtlasIntel/Bloomberg (campo 22 a 27/Jul, n=5.021, margem de 1pp, 95% de confiança, BR-08602/2026, custo de R$ 80 mil com financiamento próprio) dá Lula 44,9% e Flávio Bolsonaro 35,8% no 1º turno, gap de 9,1pp, com Renan Santos 7,8%, Ronaldo Caiado 3,1% e Romeu Zema 2,8%. Num cenário reduzido a cinco nomes, Lula vai a 47,4% e Flávio a 37,0%. No 2º turno, Lula vence os SEIS cenários em que aparece, e a vantagem mais apertada não é contra Flávio: é contra JAIR Bolsonaro, 49,2% a 43,9%, uma diferença de 5,3pp contra os 6,3pp do cenário com o filho. A distância entre esses dois cenários, 1,0pp, está no limite da margem, então o painel não chama isso de reviravolta e registra que, pelo mesmo instituto e no mesmo campo, o nome do pai testa igual ou melhor. Nos dois cenários SEM Lula, Haddad 44,3% x Flávio 43,7%, empate técnico, e Alckmin 45,8% x Flávio 42,7%.",
|
| 6 |
"text2": "O cruzamento do dia é o inverso exato do de ontem, e a inversão é o achado. Ontem não houve urna nacional e o preço do favorito SUBIU 1,00pp. Hoje saiu a pesquisa de maior amostra do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, de 63,50% para 62,50%, com o gap sobre Flávio recuando de +39,65pp para +38,55pp. A direção coincide com a da pesquisa, que também estreitou o gap, mas os tamanhos não: contra a própria rodada de 01/Jul do instituto, o gap do 1º turno estreitou 0,6pp, de 9,7pp para 9,1pp, enquanto o mercado estreitou 1,10pp. E há um detalhe que muda a leitura: nessa comparação os DOIS primeiros colocados caem, Lula de 46,3% para 44,9% e Flávio de 36,6% para 35,8%, e com margem de 1pp cada um desses movimentos cabe no ruído. Ou seja, a urna diz estabilidade, não avanço nem recuo. O painel registra a coincidência de direção e NÃO afirma que a pesquisa moveu o preço, porque o mesmo pregão teve o desdobramento do vídeo de inteligência artificial no STF e a leitura do governo brasileiro de que a prorrogação da emergência americana pode preparar novas sanções.",
|
| 7 |
-
"text3": "No mercado, Lula caiu 1,00pp para 62,50% (vol USD 7,73M), e vale a ressalva de nível: não é queda de patamar, é o mesmo valor de 25 e de 27/Jul, com o topo da série do AFOS tendo marcado 63,50% em 26 e em 28/Jul. Flávio subiu 0,10pp para 23,95% (vol USD 7,70M), e o fechamento diário da série registra o QUARTO avanço seguido dele, saindo de 22,90% em 25/Jul. Renan Santos caiu 0,
|
| 8 |
-
"direita": "Flávio subiu 0,10pp para 23,95% (vol USD 7,70M), quarto fechamento diário seguido em alta na série do AFOS, que saiu de 22,90% em 25/Jul. Nos sub-mercados,
|
| 9 |
"esquerda": "Lula caiu 1,00pp para 62,50% (vol USD 7,73M) no dia em que saiu a pesquisa nacional de maior amostra do recorte. Não é queda de patamar: 62,50% é o mesmo nível de 25 e de 27/Jul, e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul. Pelo fechamento diário, o gap de hoje sobre Flávio, +38,55pp na captura, é o mais estreito desde 24/Jul. Na urna, a AtlasIntel o dá com 44,9% no 1º turno e vencendo os seis returnos em que aparece, com a aprovação do desempenho dele subindo 1,7pp contra a rodada de 01/Jul, de 45,9% para 47,6%, e a desaprovação caindo 1,1pp, de 52,3% para 51,2%. A desaprovação segue à frente pelo mesmo método. Nas estaduais divulgadas hoje, ele domina o Nordeste, com 52% na Bahia e 54% no Ceará, e PERDE São Paulo nos dois turnos, o que fecha o retrato de país partido com o maior colégio eleitoral do lado adversário. No campo institucional, ele reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores e defendeu reforma de instituições (Folha de S.Paulo), e a Justiça Eleitoral de São Paulo o multou em R$ 15 mil por propaganda antecipada, mandando retirar o vídeo do ar (Estadão, G1, Valor Econômico).",
|
| 10 |
-
"terceiraVia": "O pelotão inverteu o sinal dos dois dias anteriores, e a inversão está em Caiado. Ele vinha subindo no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor; hoje SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35% (vol USD 5,20M), e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e de 19/Jun. Só que a urna foi contra ele com força: a AtlasIntel o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento. A divergência que o painel registrou em 27/Jul ganhou terceira medição e ficou do lado da Datafolha. Politicamente foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas
|
| 11 |
-
"polymarket": "Lula 62,50% (queda 1,00pp, vol USD 7,73M), Flávio 23,95% (alta 0,10pp, vol USD 7,70M), Renan Santos 8,
|
| 12 |
},
|
| 13 |
"inss": {
|
| 14 |
"text1": "A pauta fiscal seguiu sem fato novo pelo terceiro dia: Senado em recesso, projetos prioritários parados e a promulgação da pauta-bomba ainda segurada por Davi Alcolumbre, com o Orçamento aparecendo como próxima frente de atrito entre a presidência do Senado e o governo. O eixo econômico do dia continuou externo e mudou de natureza. A prorrogação por um ano da emergência nacional americana sobre o Brasil, assinada em 28/Jul, deixou de ser assunto de forma jurídica e passou a ser assunto de expectativa: o governo brasileiro passou a ler a prorrogação como possível preparação para novas sanções (O Globo, Valor Econômico, 29/Jul), e a cúpula da campanha do PL espera medidas americanas contra Alexandre de Moraes (O Globo). Em paralelo, senadores dos Estados Unidos acusaram o governo Trump de promover teorias conspiratórias sobre as eleições brasileiras (G1, CBN). No plano doméstico, o governo prorrogou o Desenrola até 31 de agosto, programa que já renegociou R$ 22 bilhões em dívidas.",
|
| 15 |
"text2": "O mercado fez hoje o oposto do que fez ontem, e a comparação entre os dois pregões é mais informativa que qualquer um deles isolado. Ontem NÃO houve urna nacional e o preço do favorito subiu 1,00pp. Hoje saiu a pesquisa nacional de maior amostra do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, para 62,50%. A direção do mercado coincide com a direção da urna, que também estreitou o gap, mas os tamanhos são diferentes, 0,6pp na pesquisa contra 1,10pp no mercado, e o mesmo pregão teve outros dois eventos capazes de mover preço: o desdobramento do vídeo de inteligência artificial no STF e a leitura do governo sobre a prorrogação da emergência americana. O painel registra a coincidência de direção e não escolhe causa, porque não tem instrumento para separar as contribuições. Vale ainda a ressalva de nível: 62,50% é o mesmo valor de 25 e de 27/Jul, e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul, então o que houve foi devolução do ponto tomado ontem, não queda de patamar.",
|
| 16 |
-
"text3": "O mercado de impeachment de ministro do STF
|
| 17 |
-
"text4": "Na inflação, a virada que o painel registrou ontem se desfez em um único pregão, e isso é a lição do dia sobre book pequeno. A faixa modal VOLTOU para 5,00% a 5,49%, com
|
| 18 |
"impactoLula": "Leitura nova, e é a de maior amostra e menor margem do recorte: a AtlasIntel/Bloomberg de 29/Jul (campo 22 a 27/Jul, n=5.021, margem de 1pp, BR-08602/2026) dá aprovação do desempenho de Lula em 47,6% contra 51,2% de desaprovação, com 1,2% que não sabe. Contra a própria rodada de 01/Jul do instituto, a aprovação SOBE 1,7pp, de 45,9% para 47,6%, e a desaprovação CAI 1,1pp, de 52,3% para 51,2%. Esses dois movimentos estão fora da margem de 1pp, o que os diferencia do resto da rodada, onde a intenção de voto se moveu dentro do ruído. Mesmo assim, a desaprovação segue à frente pelo mesmo método, e o painel não chama isso de virada. O contraste entre institutos continua em pé: a BTG/Nexus de 27/Jul deu 47% x 49%, e a Datafolha de 24/Jul deu o inverso, 49% x 48%. Somando as três leituras da semana, a aprovação de Lula está numa faixa estreita entre 47% e 49%. As anteriores: PoderData 22/Jul com 46% x 47%, Indexa 21/Jul com 49% x 48%, Real Time 21/Jul com 46% x 50%, Genial/Quaest 15/Jul com 48% x 47% e PoderData/Aya 16/Jul com 42% x 51%.",
|
| 19 |
-
"impactoGestao": "Leitura nova de gestão: a AtlasIntel de 29/Jul traz 37,9% de ótimo ou bom, 12,7% regular e 49,3% de ruim ou péssimo. A BTG/Nexus de 27/Jul media 36% x 20% x 43%, e a Datafolha de 24/Jul media 32% x 28% x 38%. Os três institutos discordam do nível e concordam do sinal: a gestão é avaliada pior do que a pessoa, e a distância entre os dois indicadores persiste. Na AtlasIntel, essa distância é de 9,7pp, com 47,6% aprovando o desempenho e 37,9% chamando a gestão de ótima ou boa. Na inflação, a faixa modal voltou para 5,00% a 5,49%, com
|
| 20 |
-
"conclusao": "A 67 dias da eleição, a quarta inverteu a terça. Ontem não houve urna nacional e o preço do favorito subiu 1,00pp; hoje saiu a pesquisa de maior amostra do recorte e o preço caiu 1,00pp, para 62,50%, devolvendo o ponto tomado na véspera. A urna diz estabilidade: contra a rodada de 01/Jul do mesmo instituto, os DOIS primeiros colocados caem e o gap estreita 0,6pp, tudo dentro da margem de 1pp. Dois achados ficam do dia. O primeiro é sobre Renan Santos: com 7,8% na urna e 8,
|
| 21 |
},
|
| 22 |
"bancoMaster": {
|
| 23 |
-
"text1": "A quarta trouxe promoção de status
|
| 24 |
"text2": "Na frente legislativa, a novidade continua sendo a ausência de decisão, e ela ganhou contexto. O mandado de segurança que discute a instalação da CPI do Banco Master segue há quatro meses no gabinete de Kassio Nunes Marques, e o pedido de quatro senadores para afastá-lo da relatoria foi rejeitado por Edson Fachin por intempestividade, sem exame de mérito. Nesta quarta o mesmo ministro apareceu em outra frente que concentra poder decisório: o TSE afrouxou regras para plataformas digitais em nova versão de portaria e concentrou decisões em Nunes Marques (Estadão). O painel registra as duas coisas lado a lado e não afirma relação entre elas.",
|
| 25 |
-
"text3": "Sobre o preço, o registro
|
| 26 |
-
"conclusao": "As três frentes do caso Master seguem em trilhos separados e não devem ser somadas: a criminal, no STF sob relatoria de Mendonça, agora com rastreamento patrimonial no exterior confirmado por
|
| 27 |
},
|
| 28 |
"stf": {
|
| 29 |
"toffoli": "Toffoli segue isolado no STF após a crise do Master, sem ato individual novo capturado nesta quarta.",
|
| 30 |
-
"moraes": "
|
| 31 |
"gilmar": "Sem ato individual de Gilmar no período. Permanece o voto conjunto recente, com Dino, Moraes e Zanin, que reduziu restrições a penduricalhos.",
|
| 32 |
"dino": "Voltou a agir nesta quarta e no eixo do orçamento: determinou que governo e Congresso especifiquem a responsabilidade de parlamentares sobre emendas, deu 10 dias para o Congresso apresentar proposta e sinalizou que parlamentar pode ser punido por não fiscalizar emenda que indicou (G1, Folha de S.Paulo, 29/Jul). É a mesma disputa por controle do orçamento que segue aberta na Corte, agora com prazo.",
|
| 33 |
-
"mendonca": "Segue como relator do inquérito aberto em 23/Jul sobre os repasses de Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro,
|
| 34 |
"nexo": "O nexo da quarta é o uso de inteligência artificial em campanha, e ele atravessa TSE e STF ao mesmo tempo. Ministros do TSE passaram a ver abuso no vídeo com a imagem de Bolsonaro e querem frear o uso exagerado de IA nas campanhas, enquanto o STF se prepara para agir caso o TSE não puna (Estadão, O Globo). No mesmo dia, o TSE afrouxou regras para plataformas digitais em nova versão de portaria e concentrou decisões em Kassio Nunes Marques, o mesmo ministro que segura há quatro meses o mandado de segurança sobre a CPI do Banco Master. No plano externo, a prorrogação da emergência nacional americana sobre o Brasil, assinada em 28/Jul, passou a ser lida pelo governo como possível preparação de novas sanções, e a cúpula da campanha do PL espera medidas americanas contra Moraes. E há um contraponto de origem oposta: Lula reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores e defendeu reforma de instituições (Folha de S.Paulo).",
|
| 35 |
-
"analise": "O mercado de impeachment de ministro do STF antes de 2027 SUBIU 0,
|
| 36 |
}
|
| 37 |
}
|
| 38 |
}
|
|
|
|
| 1 |
{
|
| 2 |
+
"updatedAt": "29/07/2026, 19:50",
|
| 3 |
"cards": {
|
| 4 |
"sentimento": {
|
| 5 |
"text1": "A 67 dias do 1º turno, a quarta-feira devolveu ao painel exatamente o que faltava ontem: urna nacional, e a de maior amostra do recorte. A AtlasIntel/Bloomberg (campo 22 a 27/Jul, n=5.021, margem de 1pp, 95% de confiança, BR-08602/2026, custo de R$ 80 mil com financiamento próprio) dá Lula 44,9% e Flávio Bolsonaro 35,8% no 1º turno, gap de 9,1pp, com Renan Santos 7,8%, Ronaldo Caiado 3,1% e Romeu Zema 2,8%. Num cenário reduzido a cinco nomes, Lula vai a 47,4% e Flávio a 37,0%. No 2º turno, Lula vence os SEIS cenários em que aparece, e a vantagem mais apertada não é contra Flávio: é contra JAIR Bolsonaro, 49,2% a 43,9%, uma diferença de 5,3pp contra os 6,3pp do cenário com o filho. A distância entre esses dois cenários, 1,0pp, está no limite da margem, então o painel não chama isso de reviravolta e registra que, pelo mesmo instituto e no mesmo campo, o nome do pai testa igual ou melhor. Nos dois cenários SEM Lula, Haddad 44,3% x Flávio 43,7%, empate técnico, e Alckmin 45,8% x Flávio 42,7%.",
|
| 6 |
"text2": "O cruzamento do dia é o inverso exato do de ontem, e a inversão é o achado. Ontem não houve urna nacional e o preço do favorito SUBIU 1,00pp. Hoje saiu a pesquisa de maior amostra do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, de 63,50% para 62,50%, com o gap sobre Flávio recuando de +39,65pp para +38,55pp. A direção coincide com a da pesquisa, que também estreitou o gap, mas os tamanhos não: contra a própria rodada de 01/Jul do instituto, o gap do 1º turno estreitou 0,6pp, de 9,7pp para 9,1pp, enquanto o mercado estreitou 1,10pp. E há um detalhe que muda a leitura: nessa comparação os DOIS primeiros colocados caem, Lula de 46,3% para 44,9% e Flávio de 36,6% para 35,8%, e com margem de 1pp cada um desses movimentos cabe no ruído. Ou seja, a urna diz estabilidade, não avanço nem recuo. O painel registra a coincidência de direção e NÃO afirma que a pesquisa moveu o preço, porque o mesmo pregão teve o desdobramento do vídeo de inteligência artificial no STF e a leitura do governo brasileiro de que a prorrogação da emergência americana pode preparar novas sanções.",
|
| 7 |
+
"text3": "No mercado, Lula caiu 1,00pp para 62,50% (vol USD 7,73M), e vale a ressalva de nível: não é queda de patamar, é o mesmo valor de 25 e de 27/Jul, com o topo da série do AFOS tendo marcado 63,50% em 26 e em 28/Jul. Flávio subiu 0,10pp para 23,95% (vol USD 7,70M), e o fechamento diário da série registra o QUARTO avanço seguido dele, saindo de 22,90% em 25/Jul. Renan Santos caiu 0,05pp para 8,70% (vol USD 8,59M), mas o número dele que importa hoje é outro: com 7,8% na urna, a distância entre preço e voto declarado ficou em 0,90pp, e nesta rodada ela estreitou pelo lado da URNA, que subiu, e não pelo lado do preço, como vinha acontecendo desde junho. Caiado inverteu o sinal dos dois pregões anteriores: subiu 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e caiu 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%, com Renan recuperando 1,00pp naquele book, para 61,50%. Zema subiu 0,20pp, para 0,75%. Volume total acumulado no presidencial em USD 116,49M. Nota de captura: a trava de dupla leitura rodou TRÊS vezes hoje. Reprovou a 1ª por 1,00pp de divergência no 3º lugar de Renan Santos, aprovou a 2ª sem divergência nenhuma, e na 3ª, feita às 19:50 para conferir o mercado antes do fechamento editorial, reprovou de novo, agora APENAS no book de Michelle Bolsonaro, que oscilou entre 0,35% e 0,55%. Todos os demais preços repetiram e entram FIRMES; o de Michelle entra como FAIXA declarada.",
|
| 8 |
+
"direita": "Flávio subiu 0,10pp para 23,95% (vol USD 7,70M), quarto fechamento diário seguido em alta na série do AFOS, que saiu de 22,90% em 25/Jul. Nos sub-mercados, SUBIU 0,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,50%, e CAIU 1,50pp no 3º lugar, para 6,25%. Na urna, a AtlasIntel o mede em 35,8% no 1º turno, recuo de 0,8pp contra a rodada de 01/Jul do instituto, e em 42,9% no returno. O número mais duro para ele é a rejeição de 52,9%, a mais alta entre os testados, que fica 17,1pp acima da própria intenção de voto; em Lula essa distância é de 4,5pp. Nas estaduais, o dia foi bom onde há mais votos: lidera São Paulo nos dois turnos, 34% x 30% no 1º e 40% x 35% no returno (Genial/Quaest, n=1.650, campo 23 a 27/Jul, BR-09998/2026). No campo institucional, a conta da própria convenção chegou: a defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo gerado por inteligência artificial, depois de Moraes dar 48 horas em 28/Jul, enquanto a campanha de Flávio dizia ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado (Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão, 29/Jul). Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago a menos de uma semana.",
|
| 9 |
"esquerda": "Lula caiu 1,00pp para 62,50% (vol USD 7,73M) no dia em que saiu a pesquisa nacional de maior amostra do recorte. Não é queda de patamar: 62,50% é o mesmo nível de 25 e de 27/Jul, e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul. Pelo fechamento diário, o gap de hoje sobre Flávio, +38,55pp na captura, é o mais estreito desde 24/Jul. Na urna, a AtlasIntel o dá com 44,9% no 1º turno e vencendo os seis returnos em que aparece, com a aprovação do desempenho dele subindo 1,7pp contra a rodada de 01/Jul, de 45,9% para 47,6%, e a desaprovação caindo 1,1pp, de 52,3% para 51,2%. A desaprovação segue à frente pelo mesmo método. Nas estaduais divulgadas hoje, ele domina o Nordeste, com 52% na Bahia e 54% no Ceará, e PERDE São Paulo nos dois turnos, o que fecha o retrato de país partido com o maior colégio eleitoral do lado adversário. No campo institucional, ele reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores e defendeu reforma de instituições (Folha de S.Paulo), e a Justiça Eleitoral de São Paulo o multou em R$ 15 mil por propaganda antecipada, mandando retirar o vídeo do ar (Estadão, G1, Valor Econômico).",
|
| 10 |
+
"terceiraVia": "O pelotão inverteu o sinal dos dois dias anteriores, e a inversão está em Caiado. Ele vinha subindo no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor; hoje SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35% (vol USD 5,20M), e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e de 19/Jun. Só que a urna foi contra ele com força: a AtlasIntel o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento. A divergência que o painel registrou em 27/Jul ganhou terceira medição e ficou do lado da Datafolha. Politicamente foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem sua candidatura (CNN Brasil) e ele passou a atacar Lula e Flávio na mesma medida (Folha de S.Paulo). O melhor dado de urna do pelotão, porém, é de Haddad, e por uma razão de método: é NACIONAL. Num dos cenários sem Lula da AtlasIntel ele empata tecnicamente com Flávio, 44,3% a 43,7%, e o preço dele no book de 2º lugar do 1º turno subiu 0,30pp, para 1,15%, enquanto o de vencedor ficou em 0,25%. Zema subiu 0,20pp para 0,75%, e a nacional reenquadra o dado estadual da véspera: no returno nacional ele perde por 48,6% a 39,6%. Michelle não teve preço confirmado pela trava e entra como FAIXA de 0,35% a 0,55%, Jair ficou em 1,05%, Alckmin subiu 0,10pp para 0,35% e Camilo Santana caiu 0,05pp para 0,35%.",
|
| 11 |
+
"polymarket": "Lula 62,50% (queda 1,00pp, vol USD 7,73M), Flávio 23,95% (alta 0,10pp, vol USD 7,70M), Renan Santos 8,70% (queda 0,05pp, vol USD 8,59M), Caiado 2,35% (alta 0,45pp, vol USD 5,20M), Jair 1,05% (estável, vol USD 5,26M), Zema 0,75% (alta 0,20pp, vol USD 4,57M), Michelle numa FAIXA de 0,35% a 0,55%, não confirmada pela trava (vol USD 9,34M), Alckmin 0,35% (alta 0,10pp, vol USD 4,94M), Camilo Santana 0,35% (queda 0,05pp), Haddad 0,25% (estável, vol USD 6,38M), Tereza Cristina 0,25% (alta 0,10pp), Tarcísio 0,15% (estável, vol USD 13,66M). Gap Lula sobre Flávio em +38,55pp, queda de 1,10pp contra ontem, e o maior gap da série do AFOS segue sendo +39,80pp, de 26/Jul. Sub-mercados: 2º lugar do 1º turno com Flávio 78,50% (alta 0,50pp), Renan 11,70% (queda 0,45pp) e Haddad 1,15% (alta 0,30pp); 3º lugar com Renan 61,50% (alta 1,00pp), Caiado 25,50% (queda 1,00pp), Flávio 6,25% (queda 1,50pp) e Zema 4,50% (queda 0,10pp). Senado por cadeiras: PL 71,00% (estável) e MDB 17,60% (alta 0,35pp). Impeachment de ministro do STF em 3,35% (ALTA de 0,55pp). Volume total acumulado no presidencial em USD 116,49M. Captura 29/Jul 22:50 UTC, na terceira rodada da trava, que confirmou todos os books menos o de Michelle."
|
| 12 |
},
|
| 13 |
"inss": {
|
| 14 |
"text1": "A pauta fiscal seguiu sem fato novo pelo terceiro dia: Senado em recesso, projetos prioritários parados e a promulgação da pauta-bomba ainda segurada por Davi Alcolumbre, com o Orçamento aparecendo como próxima frente de atrito entre a presidência do Senado e o governo. O eixo econômico do dia continuou externo e mudou de natureza. A prorrogação por um ano da emergência nacional americana sobre o Brasil, assinada em 28/Jul, deixou de ser assunto de forma jurídica e passou a ser assunto de expectativa: o governo brasileiro passou a ler a prorrogação como possível preparação para novas sanções (O Globo, Valor Econômico, 29/Jul), e a cúpula da campanha do PL espera medidas americanas contra Alexandre de Moraes (O Globo). Em paralelo, senadores dos Estados Unidos acusaram o governo Trump de promover teorias conspiratórias sobre as eleições brasileiras (G1, CBN). No plano doméstico, o governo prorrogou o Desenrola até 31 de agosto, programa que já renegociou R$ 22 bilhões em dívidas.",
|
| 15 |
"text2": "O mercado fez hoje o oposto do que fez ontem, e a comparação entre os dois pregões é mais informativa que qualquer um deles isolado. Ontem NÃO houve urna nacional e o preço do favorito subiu 1,00pp. Hoje saiu a pesquisa nacional de maior amostra do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, para 62,50%. A direção do mercado coincide com a direção da urna, que também estreitou o gap, mas os tamanhos são diferentes, 0,6pp na pesquisa contra 1,10pp no mercado, e o mesmo pregão teve outros dois eventos capazes de mover preço: o desdobramento do vídeo de inteligência artificial no STF e a leitura do governo sobre a prorrogação da emergência americana. O painel registra a coincidência de direção e não escolhe causa, porque não tem instrumento para separar as contribuições. Vale ainda a ressalva de nível: 62,50% é o mesmo valor de 25 e de 27/Jul, e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul, então o que houve foi devolução do ponto tomado ontem, não queda de patamar.",
|
| 16 |
+
"text3": "O mercado de impeachment de ministro do STF SUBIU 0,55pp e foi a 3,35% (vol USD 83 mil), e aqui o registro que interessa é a DIREÇÃO, não o tamanho: o preço andou para cima no dia mais denso da semana em fato institucional, depois de ter caído 0,60pp na véspera. O dia teve a defesa de Jair Bolsonaro respondendo a Moraes que ele não autorizou o vídeo de inteligência artificial exibido na convenção do PL, ministros do TSE passando a ver abuso no uso de IA em campanha e o STF se preparando para agir caso o TSE não puna. A ressalva de método continua valendo e vem antes de qualquer leitura: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,49M do presidencial, esse book se move com pouquíssimo dinheiro, e 0,55pp nele não sustenta narrativa de reprecificação. O que o painel registra, portanto, é que a direção acompanhou o acúmulo do dia, e nada além disso.",
|
| 17 |
+
"text4": "Na inflação, a virada que o painel registrou ontem se desfez em um único pregão, e isso é a lição do dia sobre book pequeno. A faixa modal VOLTOU para 5,00% a 5,49%, com 38,30%, enquanto a faixa de 4,50% a 4,99% caiu de 39,25% para 34,90% e a de 5,50% a 5,99% desabou de 12,20% para 4,10%. Ou seja, o centro da distribuição subiu de novo o degrau que havia descido ontem. As duas ressalvas continuam sendo mais importantes que os números: o book inteiro soma USD 81 mil, e o mercado de inflação NÃO é coberto pela trava de dupla leitura, que vigia apenas os cinco books eleitorais. Mudar de faixa modal dois dias seguidos num book desse tamanho é ruído, e o registro honesto é que a leitura de ontem não se sustentou.",
|
| 18 |
"impactoLula": "Leitura nova, e é a de maior amostra e menor margem do recorte: a AtlasIntel/Bloomberg de 29/Jul (campo 22 a 27/Jul, n=5.021, margem de 1pp, BR-08602/2026) dá aprovação do desempenho de Lula em 47,6% contra 51,2% de desaprovação, com 1,2% que não sabe. Contra a própria rodada de 01/Jul do instituto, a aprovação SOBE 1,7pp, de 45,9% para 47,6%, e a desaprovação CAI 1,1pp, de 52,3% para 51,2%. Esses dois movimentos estão fora da margem de 1pp, o que os diferencia do resto da rodada, onde a intenção de voto se moveu dentro do ruído. Mesmo assim, a desaprovação segue à frente pelo mesmo método, e o painel não chama isso de virada. O contraste entre institutos continua em pé: a BTG/Nexus de 27/Jul deu 47% x 49%, e a Datafolha de 24/Jul deu o inverso, 49% x 48%. Somando as três leituras da semana, a aprovação de Lula está numa faixa estreita entre 47% e 49%. As anteriores: PoderData 22/Jul com 46% x 47%, Indexa 21/Jul com 49% x 48%, Real Time 21/Jul com 46% x 50%, Genial/Quaest 15/Jul com 48% x 47% e PoderData/Aya 16/Jul com 42% x 51%.",
|
| 19 |
+
"impactoGestao": "Leitura nova de gestão: a AtlasIntel de 29/Jul traz 37,9% de ótimo ou bom, 12,7% regular e 49,3% de ruim ou péssimo. A BTG/Nexus de 27/Jul media 36% x 20% x 43%, e a Datafolha de 24/Jul media 32% x 28% x 38%. Os três institutos discordam do nível e concordam do sinal: a gestão é avaliada pior do que a pessoa, e a distância entre os dois indicadores persiste. Na AtlasIntel, essa distância é de 9,7pp, com 47,6% aprovando o desempenho e 37,9% chamando a gestão de ótima ou boa. Na inflação, a faixa modal voltou para 5,00% a 5,49%, com 38,30%, à frente da faixa de 4,50% a 4,99%, que caiu para 34,90%, num book que soma USD 81 mil e que não passa pela trava de captura.",
|
| 20 |
+
"conclusao": "A 67 dias da eleição, a quarta inverteu a terça. Ontem não houve urna nacional e o preço do favorito subiu 1,00pp; hoje saiu a pesquisa de maior amostra do recorte e o preço caiu 1,00pp, para 62,50%, devolvendo o ponto tomado na véspera. A urna diz estabilidade: contra a rodada de 01/Jul do mesmo instituto, os DOIS primeiros colocados caem e o gap estreita 0,6pp, tudo dentro da margem de 1pp. Dois achados ficam do dia. O primeiro é sobre Renan Santos: com 7,8% na urna e 8,70% de preço, a distância caiu para 0,90pp, e nesta rodada ela estreitou pelo lado da URNA, que subiu, e não pelo lado do preço, como vinha acontecendo desde junho. O segundo é sobre Caiado: o preço de vencedor subiu 0,45pp no mesmo dia em que a urna o cortou pela metade, de 6% na BTG/Nexus para 3,1%, e a terceira medição sobre ele ficou do lado da Datafolha. No eixo institucional, o dia mais denso da semana em fato institucional foi o único em que o dinheiro real acompanhou a direção: o impeachment de ministro do STF subiu 0,55pp, para 3,35%, num book de USD 83 mil, onde isso é pouquíssimo dinheiro. E as estaduais completaram o retrato de país partido incluindo o maior colégio eleitoral: Flávio lidera São Paulo nos dois turnos, Lula domina o Nordeste com 52% na Bahia e 54% no Ceará, e Minas Gerais segue em empate técnico."
|
| 21 |
},
|
| 22 |
"bancoMaster": {
|
| 23 |
+
"text1": "A quarta trouxe promoção de status e uma correção de data, e as duas coisas importam para o método deste painel. O que a véspera registrou como reportagem exclusiva do Valor Econômico, a saber que André Mendonça autorizou o rastreamento no exterior de bens de Daniel Vorcaro e de outros envolvidos, apareceu em várias redações (Gazeta do Povo, Imirante, Diario de Pernambuco, Tribuna da Internet), então a apuração deixou de ser fonte única. A correção é a data: a decisão foi ASSINADA EM MAIO e só se tornou pública em 28/Jul. A via é a de cooperação internacional por acordo de assistência jurídica mútua, conduzida pelo Departamento de Recuperação de Ativos do Ministério da Justiça, e entre os alvos citados está um iate avaliado em R$ 500 milhões. Ontem o painel tratou o ato como se fosse da véspera; hoje a data correta entra no registro.",
|
| 24 |
"text2": "Na frente legislativa, a novidade continua sendo a ausência de decisão, e ela ganhou contexto. O mandado de segurança que discute a instalação da CPI do Banco Master segue há quatro meses no gabinete de Kassio Nunes Marques, e o pedido de quatro senadores para afastá-lo da relatoria foi rejeitado por Edson Fachin por intempestividade, sem exame de mérito. Nesta quarta o mesmo ministro apareceu em outra frente que concentra poder decisório: o TSE afrouxou regras para plataformas digitais em nova versão de portaria e concentrou decisões em Nunes Marques (Estadão). O painel registra as duas coisas lado a lado e não afirma relação entre elas.",
|
| 25 |
+
"text3": "Sobre o preço, o registro vale com o número exato: o mercado de impeachment de ministro do STF subiu 0,55pp e foi a 3,35%, num book de USD 83 mil. Num volume desse tamanho, 0,55pp custa muito pouco dinheiro, e o painel NÃO atribui o movimento a nenhum evento específico. A quarta teve o desdobramento do vídeo de inteligência artificial no STF, a leitura do governo sobre a prorrogação da emergência americana, a decisão de Dino sobre emendas e três pesquisas estaduais. Escolher qual desses eventos moveu 0,55pp num book de USD 83 mil seria inventar precisão que o dado não tem.",
|
| 26 |
+
"conclusao": "As três frentes do caso Master seguem em trilhos separados e não devem ser somadas: a criminal, no STF sob relatoria de Mendonça, agora com rastreamento patrimonial no exterior confirmado por várias redações, em decisão assinada em maio e revelada em 28/Jul; a patrimonial, na Justiça do Rio, com bloqueio de até R$ 135 milhões já definido; e a legislativa, represada há quatro meses num mandado de segurança que não é julgado. A novidade da quarta é de qualidade da informação, não de andamento: o dado que entrou ontem com fonte única passou a ter segunda redação. Quando o caminho de apuração parlamentar fica parado numa decisão que não sai, o custo não aparece em preço de mercado e aparece em tempo, e os 3,35% de hoje, num book de USD 83 mil, são a medida de quão pouco o dinheiro real precifica esse eixo."
|
| 27 |
},
|
| 28 |
"stf": {
|
| 29 |
"toffoli": "Toffoli segue isolado no STF após a crise do Master, sem ato individual novo capturado nesta quarta.",
|
| 30 |
+
"moraes": "A frente mais ativa do dia, e ela nasceu dentro da convenção do PL. Em 28/Jul, Moraes deu 48 horas para a defesa de Jair Bolsonaro explicar o vídeo gerado por inteligência artificial com a imagem e a voz do ex-presidente, e montou DUAS hipóteses excludentes: se houve autorização, a divulgação pode caracterizar novo descumprimento das medidas cautelares que sustentam a prisão domiciliar, com risco de volta ao regime fechado; se não houve, a peça pode configurar deep fake vedado pela legislação eleitoral, com responsabilização de Flávio Bolsonaro e do partido. Nesta quarta a defesa respondeu que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz, e acrescentou que NÃO SE OPÕE a familiares produzirem esse tipo de conteúdo, prática que a petição descreve como notória e contínua, sustentando ainda que não poderia ter autorizado porque está com visitas suspensas por trinta dias e Flávio está proibido de visitá-lo por noventa (CNN Brasil, Metrópoles, Folha de S.Paulo, 29/Jul). Ou seja, a resposta não é o pai desmentindo o filho: ela move a exposição da primeira hipótese para a segunda. No mesmo dia, a campanha de Flávio disse ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado, e o PT acionou o TSE por outra peça de IA, em que Flávio pilota um caça ao lado de Javier Milei. O painel registra as posições e não projeta desfecho.",
|
| 31 |
"gilmar": "Sem ato individual de Gilmar no período. Permanece o voto conjunto recente, com Dino, Moraes e Zanin, que reduziu restrições a penduricalhos.",
|
| 32 |
"dino": "Voltou a agir nesta quarta e no eixo do orçamento: determinou que governo e Congresso especifiquem a responsabilidade de parlamentares sobre emendas, deu 10 dias para o Congresso apresentar proposta e sinalizou que parlamentar pode ser punido por não fiscalizar emenda que indicou (G1, Folha de S.Paulo, 29/Jul). É a mesma disputa por controle do orçamento que segue aberta na Corte, agora com prazo.",
|
| 33 |
+
"mendonca": "Segue como relator do inquérito aberto em 23/Jul sobre os repasses de Vorcaro para o filme sobre Jair Bolsonaro. Sobre o rastreamento patrimonial no exterior, dois acertos de registro: a decisão foi assinada em MAIO e só se tornou pública em 28/Jul, e a apuração, que entrou ontem como exclusiva do Valor Econômico, apareceu nesta quarta em várias redações. A via é a de cooperação internacional por acordo de assistência jurídica mútua, conduzida pelo Departamento de Recuperação de Ativos do Ministério da Justiça.",
|
| 34 |
"nexo": "O nexo da quarta é o uso de inteligência artificial em campanha, e ele atravessa TSE e STF ao mesmo tempo. Ministros do TSE passaram a ver abuso no vídeo com a imagem de Bolsonaro e querem frear o uso exagerado de IA nas campanhas, enquanto o STF se prepara para agir caso o TSE não puna (Estadão, O Globo). No mesmo dia, o TSE afrouxou regras para plataformas digitais em nova versão de portaria e concentrou decisões em Kassio Nunes Marques, o mesmo ministro que segura há quatro meses o mandado de segurança sobre a CPI do Banco Master. No plano externo, a prorrogação da emergência nacional americana sobre o Brasil, assinada em 28/Jul, passou a ser lida pelo governo como possível preparação de novas sanções, e a cúpula da campanha do PL espera medidas americanas contra Moraes. E há um contraponto de origem oposta: Lula reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores e defendeu reforma de instituições (Folha de S.Paulo).",
|
| 35 |
+
"analise": "O mercado de impeachment de ministro do STF antes de 2027 SUBIU 0,55pp e foi a 3,35% (vol USD 83 mil). A ressalva de método vem antes da leitura: 0,55pp num book de USD 83 mil, contra USD 116,49M do presidencial, é pouquíssimo dinheiro, e não autoriza falar em reprecificação do risco. Feita a ressalva, o registro é o seguinte. Este foi o dia mais denso da semana em fato institucional: a defesa do ex-presidente informou ao STF que ele não autorizou o vídeo de inteligência artificial exibido na convenção do próprio filho, e Moraes já havia dito que, nessa hipótese, a peça pode configurar deep fake vedado pela lei eleitoral, com responsabilização de Flávio e do PL; ministros do TSE passaram a ver abuso e querem frear IA em campanha; o STF se prepara para agir caso o TSE não puna; Dino deu prazo ao Congresso no eixo das emendas; e o presidente da República reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores. E aqui o padrão que este painel registra desde junho se quebra um pouco: diante desse acúmulo, o dinheiro real SE MEXEU, e para cima. A direção acompanhou o dia; o tamanho do book impede chamar isso de risco de remoção reprecificado."
|
| 36 |
}
|
| 37 |
}
|
| 38 |
}
|
snapshots/analysis-criteriosa/2026-07-29.json
CHANGED
|
@@ -1,6 +1,6 @@
|
|
| 1 |
{
|
| 2 |
-
"updatedAt": "29/07/2026,
|
| 3 |
-
"subtitle": "ATUALIZAÇÃO 29/Jul
|
| 4 |
"candidates": [
|
| 5 |
{
|
| 6 |
"rank": "1",
|
|
@@ -34,54 +34,54 @@
|
|
| 34 |
"Quarto fechamento diário seguido em alta na série do AFOS, saindo de 22,90% em 25/Jul para 24,00% no fechamento de hoje.",
|
| 35 |
"O gap contra ele estreitou 1,10pp no dia, de +39,65pp para +38,55pp, e é o mais estreito desde 24/Jul pelo fechamento diário da série.",
|
| 36 |
"Lidera São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, nos DOIS turnos: 34% a 30% no 1º e 40% a 35% no returno (Genial/Quaest, n=1.650, campo 23 a 27/Jul, BR-09998/2026).",
|
| 37 |
-
"
|
| 38 |
"Recebeu apoio explícito do PL para tentar unificar o palanque de Minas Gerais em torno de Marcelo Aro, depois de o Republicanos anunciar Cleitinho fora da disputa."
|
| 39 |
],
|
| 40 |
"fracos": [
|
| 41 |
"A rejeição medida pela AtlasIntel, 52,9%, é a mais alta entre os testados e fica 17,1pp acima da própria intenção de voto dele no 1º turno, 35,8%.",
|
| 42 |
"No mesmo levantamento, JAIR Bolsonaro testa melhor que ele no returno, perdendo por 5,3pp contra os 6,3pp dele, ainda que a diferença de 1,0pp esteja no limite da margem.",
|
| 43 |
"Contra a rodada de 01/Jul da própria AtlasIntel ele CAI de 36,6% para 35,8%, sem avanço na maior amostra do recorte.",
|
| 44 |
-
"A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo de inteligência artificial exibido na convenção do PL,
|
| 45 |
"Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago a menos de uma semana, e vetou a mãe como suplente no arranjo do Rio para evitar associação a um aliado (O Globo, 29/Jul)."
|
| 46 |
],
|
| 47 |
-
"analise": "O dia dele tem duas camadas que andam em sentidos opostos, e o painel precisa separar as duas. No preço, foi mais um dia de alta pequena e persistente: subiu 0,10pp, para 23,95% (vol USD 7,70M), e o fechamento diário da série do AFOS registra o quarto avanço seguido, saindo de 22,90% em 25/Jul para 24,00% hoje. Como o favorito caiu 1,00pp, o gap contra ele estreitou 1,10pp e foi a +38,55pp, o mais estreito desde 24/Jul pelo fechamento diário. Nos sub-mercados o retrato é de posição consolidada:
|
| 48 |
},
|
| 49 |
{
|
| 50 |
"rank": "3",
|
| 51 |
"name": "Renan Santos",
|
| 52 |
"party": "Missão",
|
| 53 |
"color": "#8B5CF6",
|
| 54 |
-
"header": "Polymarket 8,
|
| 55 |
"fortes": [
|
| 56 |
"A urna nova é a segunda melhor leitura nacional dele no recorte, 7,8%, atrás apenas dos 9% da Real Time de 21/Jul, e vem com a maior amostra e a menor margem do recorte.",
|
| 57 |
-
"A distância entre o preço dele e a urna caiu para 0,
|
| 58 |
"Recuperou 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 61,50%, revertendo parte da transferência para Caiado dos dois pregões anteriores.",
|
| 59 |
"Mantém o terceiro maior preço do book presidencial e o maior volume acumulado entre os nomes competitivos, USD 8,59M, acima de Lula e de Flávio."
|
| 60 |
],
|
| 61 |
"fracos": [
|
| 62 |
-
"Caiu 0,
|
| 63 |
"No returno, é o cenário mais confortável para Lula em todo o levantamento da AtlasIntel: 47,6% a 30,2%, uma distância de 17,4pp.",
|
| 64 |
-
"Os 8,
|
| 65 |
"A dispersão entre institutos não se resolveu com a maior amostra do recorte: continuam de pé 9% na Real Time, 7,8% na AtlasIntel, 6% na PoderData/Aya, 5% na BTG/Nexus e 3% em Datafolha, Gerp e Indexa.",
|
| 66 |
"Foi o único book que a trava de captura reprovou na 1ª rodada, com 1,00pp de divergência no 3º lugar, o que indica book fino e spread largo naquele contrato."
|
| 67 |
],
|
| 68 |
-
"analise": "O dia dele é o mais interessante do painel em termos de método, e o número que importa não é o preço. No preço, caiu 0,
|
| 69 |
},
|
| 70 |
{
|
| 71 |
"rank": "4",
|
| 72 |
"name": "Caiado / Haddad / Zema",
|
| 73 |
"party": "PSD/PT/Novo",
|
| 74 |
"color": "#6B7280",
|
| 75 |
-
"header": "Polymarket: Caiado 2,35% (alta 0,45pp, vol USD 5,20M), Jair 1,05% (estável, vol USD 5,26M), Zema 0,75% (alta 0,20pp, vol USD 4,57M), Michelle 0,
|
| 76 |
-
"subtitle": "29/Jul, a 67 dias: o pelotão inverteu o sinal dos dois dias anteriores. Caiado, que vinha subindo no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor, hoje fez o contrário: SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar, para 25,50%. E a urna do dia foi contra ele: a AtlasIntel o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento. A divergência que o painel registrou em 27/Jul ganhou terceira medição e ficou do lado da Datafolha. Politicamente, porém, foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas
|
| 77 |
"caiado": {
|
| 78 |
"label": "CAIADO (PSD), Poly presidencial 2,35% (alta 0,45pp, vol USD 5,20M) | 3º lugar do 1º turno 25,50% (queda 1,00pp) | candidato oficializado em 26/Jul, com Kassab de vice | última nacional: AtlasIntel 29/Jul, 1T 3,1% e 2º turno Lula 48,2% x Caiado 38,9%",
|
| 79 |
-
"fortes": "O sinal se inverteu em favor do contrato que mais importa: SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, depois de dois pregões em que só subia no book de colocação. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e de 19/Jun. Ou seja, o preço dele voltou ao alto da própria faixa histórica. Politicamente foi o melhor dia do pelotão: Tarcísio de Freitas
|
| 80 |
"fracos": "A urna do dia o cortou pela metade e desfez o cenário mais favorável que ele tinha. A AtlasIntel de 29/Jul, com n=5.021 e margem de 1pp, o mede em 3,1% no 1º turno, contra 6% na BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul entre Nexus e Datafolha ganhou a terceira medição que faltava e ela ficou do lado da Datafolha. E o preço no book de terceiro colocado CEDEU 1,00pp, para 25,50%, devolvendo parte da alta dos dois dias anteriores. Ressalva de escala: 2,35% segue sendo patamar baixo em absoluto, num book onde o favorito vale 62,50%."
|
| 81 |
},
|
| 82 |
"haddad": {
|
| 83 |
-
"label": "HADDAD (PT), Poly presidencial 0,25% (estável, vol USD 6,38M) | 2º lugar do 1º turno 1,
|
| 84 |
-
"fortes": "Teve o melhor dado de urna do pelotão, e ele é NACIONAL, ao contrário do de Zema na véspera. Num dos dois cenários de returno sem Lula da AtlasIntel de 29/Jul, ele aparece com 44,3% contra 43,7% de Flávio, empate técnico dentro da margem de 1pp, e é o resultado mais apertado de toda a rodada. O preço no book de 2º lugar do 1º turno SUBIU 0,
|
| 85 |
"fracos": "O contrato de vencedor não se moveu: ficou em 0,25% pelo segundo pregão. Subir na chance de chegar ao returno e não subir na de ganhar é sinal cruzado, e no caso dele há um agravante de leitura: ele não é candidato à Presidência, disputa o governo de São Paulo, e naquela corrida a Genial/Quaest de 29/Jul o coloca com 26% contra 41% de Tarcísio no 1º turno. O cenário sem Lula é hipótese de pesquisa, não candidatura em curso, e o painel registra o número sem tratá-lo como corrida real."
|
| 86 |
},
|
| 87 |
"zema": {
|
|
@@ -89,11 +89,11 @@
|
|
| 89 |
"fortes": "Subiu 0,20pp no contrato presidencial, para 0,75%, e é o nome do pelotão com o segundo maior preço, atrás só de Caiado entre os que disputam de fato a Presidência. Pretende intensificar a presença na campanha ao governo de Minas Gerais (Folha de S.Paulo, 29/Jul), num estado em que a Genial/Quaest da véspera o mostrou numericamente à frente de Lula num cenário de returno estadual.",
|
| 90 |
"fracos": "A nacional de hoje põe o dado estadual da véspera em perspectiva e a perspectiva é dura: a AtlasIntel o mede em 2,8% no 1º turno e o coloca perdendo o returno nacional para Lula por 48,6% a 39,6%, 9,0pp de distância. Um returno em Minas e um returno nacional são perguntas diferentes, e a de hoje é a segunda. Ressalva de série, e ela é grande: o máximo dele na série do AFOS é 10,10%, de 26/Abr, então 0,75% está a menos de um décimo daquele nível e a alta de 0,20pp é pouco dinheiro em termos absolutos. Segue SEM vice anunciado, com o prazo de 05/Ago a menos de uma semana."
|
| 91 |
},
|
| 92 |
-
"analise": "O pelotão inverteu o sinal dos dois pregões anteriores, e a inversão vale mais que o tamanho dos números. Caiado vinha subindo forte no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor; hoje fez exatamente o contrário, SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar, para 25,50%. Do outro lado dessa conta está Renan Santos, que recuperou 1,00pp naquele mesmo book. O detalhe que dá sentido ao movimento é a urna, e ela foi contra Caiado: a AtlasIntel de 29/Jul, com n=5.021 e margem de 1pp, o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%. A divergência que o painel registrou em 27/Jul entre Nexus (45% a 43%) e Datafolha (47% a 40%) ganhou a terceira medição que faltava, e ela ficou do lado da Datafolha. Ou seja, o preço de vencedor subiu no dia em que a urna piorou, e o painel registra a divergência de direção sem escolher qual das duas está certa. Politicamente, foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas
|
| 93 |
"fortes": [
|
| 94 |
"Caiado inverteu o sinal e subiu 0,45pp no contrato que mais importa, o de vencedor, indo a 2,35%, acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun.",
|
| 95 |
"Haddad teve o melhor dado de urna do pelotão e ele é NACIONAL: empate técnico com Flávio, 44,3% a 43,7%, num cenário de returno sem Lula da AtlasIntel de 29/Jul.",
|
| 96 |
-
"Tarcísio de Freitas
|
| 97 |
"Zema subiu 0,20pp, para 0,75%, e Alckmin subiu 0,10pp, para 0,35%, no mesmo pregão em que o favorito cedeu 1,00pp."
|
| 98 |
],
|
| 99 |
"fracos": [
|
|
@@ -111,7 +111,7 @@
|
|
| 111 |
"p": "URNA NOVA e é a de maior amostra do recorte: AtlasIntel/Bloomberg de 29/Jul (n=5.021, campo 22-27/Jul, margem 1pp, BR-08602/2026) dá 44,9% no 1º turno e vitória nos SEIS cenários de returno em que ele aparece, sendo a mais apertada 5,3pp contra JAIR Bolsonaro (49,2% a 43,9%) e não os 6,3pp contra Flávio. Aprovação 47,6% x desaprovação 51,2%. Contra a rodada de 01/Jul do instituto, recua de 46,3% para 44,9%, dentro da margem. Nas estaduais desta quarta: perde São Paulo por 30% x 34% no 1º turno e 35% x 40% no returno (Genial/Quaest, n=1.650, BR-09998/2026); ganha a Bahia com 52% x 18% e o Ceará com 54% x 23% (Ipsos-Ipec, n=800, BR-07235/2026).",
|
| 112 |
"m": "62,50% (vol USD 7,73M acumulado)",
|
| 113 |
"t": "CAI 1,00pp para 62,50% no dia em que saiu a maior pesquisa nacional do recorte, o inverso exato de ontem. O gap sobre Flávio recuou de +39,65pp para +38,55pp. Não é queda de patamar: 62,50% é o mesmo nível de 25 e 27/Jul e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul. Pelo fechamento diário, o gap de hoje é o mais estreito desde 24/Jul.",
|
| 114 |
-
"s": "67 dias da eleição. A direção do preço coincide com a direção da urna, que também estreitou o gap, mas os tamanhos diferem: 0,6pp na pesquisa contra 1,10pp no mercado. O painel registra a coincidência e não afirma causa, porque o mesmo pregão teve o caso do vídeo de IA no STF e a leitura do governo de que a prorrogação da emergência americana pode preparar novas sanções. Polymarket ao vivo 29/Jul
|
| 115 |
"pc": "#DC2626",
|
| 116 |
"mc": ""
|
| 117 |
},
|
|
@@ -119,7 +119,7 @@
|
|
| 119 |
"n": "Flávio Bolsonaro (PL)",
|
| 120 |
"p": "AtlasIntel de 29/Jul: 35,8% no 1º turno, 42,9% no returno contra 49,2% de Lula e rejeição de 52,9%, a mais alta entre os testados. Recua de 36,6% para 35,8% contra a rodada de 01/Jul do instituto. O achado desconfortável é interno ao levantamento: JAIR Bolsonaro perde o returno por 5,3pp e ele perde por 6,3pp. Nas estaduais desta quarta, lidera São Paulo nos dois turnos, 34% x 30% e 40% x 35%, e fica muito atrás no Nordeste, com 18% na Bahia e 23% no Ceará.",
|
| 121 |
"m": "23,95% (vol USD 7,70M acumulado)",
|
| 122 |
-
"t": "SOBE 0,10pp para 23,95%, e o fechamento diário da série do AFOS registra o QUARTO avanço seguido, saindo de 22,90% em 25/Jul. Nos sub-mercados,
|
| 123 |
"s": "A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo de inteligência artificial exibido na convenção do PL, depois de Moraes dar 48 horas em 28/Jul (Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão). No mesmo dia, a campanha dele disse ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado. A rejeição de 52,9% fica 17,1pp acima da intenção de voto dele. Segue sem vice, com prazo até 05/Ago.",
|
| 124 |
"pc": "#2563EB",
|
| 125 |
"mc": ""
|
|
@@ -127,9 +127,9 @@
|
|
| 127 |
{
|
| 128 |
"n": "Renan Santos (Missão)",
|
| 129 |
"p": "AtlasIntel de 29/Jul: 7,8% no 1º turno, segunda melhor leitura nacional dele no recorte, atrás só dos 9% da Real Time de 21/Jul, e agora vinda da maior amostra e da menor margem. A dispersão entre institutos não se resolveu: seguem de pé 9% na Real Time, 7,8% na AtlasIntel, 6% na PoderData/Aya de 16/Jul, 5% na BTG/Nexus de 27/Jul e 3% em Datafolha, Gerp e Indexa. No returno, o cenário mais confortável de Lula em toda a rodada: 47,6% a 30,2%.",
|
| 130 |
-
"m": "8,
|
| 131 |
-
"t": "CAI 0,
|
| 132 |
-
"s": "O ACHADO DE MÉTODO DO DIA: com 7,8% na urna e 8,
|
| 133 |
"pc": "#F59E0B",
|
| 134 |
"mc": ""
|
| 135 |
},
|
|
@@ -138,7 +138,7 @@
|
|
| 138 |
"p": "A terceira medição chegou e desmontou o empate técnico: AtlasIntel de 29/Jul o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe dos 45% a 43% da Nexus e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul ficou do lado da Datafolha.",
|
| 139 |
"m": "2,35% (vol USD 5,20M)",
|
| 140 |
"t": "INVERTE o sinal dos dois pregões anteriores: SOBE 0,45pp no contrato de vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e de 19/Jun.",
|
| 141 |
-
"s": "O preço de vencedor subiu no dia em que a urna piorou, e o painel registra a divergência de direção sem escolher lado. Politicamente foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas
|
| 142 |
"pc": "#16A34A",
|
| 143 |
"mc": ""
|
| 144 |
},
|
|
@@ -154,12 +154,12 @@
|
|
| 154 |
{
|
| 155 |
"n": "STF impeachment",
|
| 156 |
"p": "Sem pesquisa. Mercado de impeachment de ministro do STF antes de 2027.",
|
| 157 |
-
"m": "
|
| 158 |
-
"t": "SOBE 0,
|
| 159 |
-
"s": "Ressalva de método decisiva: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,49M do presidencial,
|
| 160 |
"pc": "#64748B",
|
| 161 |
"mc": ""
|
| 162 |
}
|
| 163 |
],
|
| 164 |
-
"cruzamento": "O 29/Jul foi o inverso exato da véspera, e a inversão é o próprio achado. Ontem NÃO houve urna nacional e o preço do favorito SUBIU 1,00pp. Nesta quarta saiu a pesquisa nacional de maior amostra do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, de 63,50% para 62,50% (vol USD 7,73M), com o gap sobre Flávio recuando de +39,65pp para +38,55pp. Antes de qualquer leitura, a ressalva de nível, porque ela evita o erro que o painel já cometeu: 62,50% não é queda de patamar, é o mesmo nível de 25 e de 27/Jul, e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul. Pelo fechamento diário da série, o gap de hoje é o mais estreito desde 24/Jul. A URNA DO DIA é a AtlasIntel/Bloomberg (campo 22 a 27/Jul, n=5.021, margem de 1pp, 95% de confiança, BR-08602/2026, custo de R$ 80 mil com financiamento próprio), e ela é a de maior amostra do recorte, à frente dos 5.000 da própria rodada do instituto em 01/Jul, com a menor margem, empatada em 1pp com essa mesma rodada. No 1º turno: Lula 44,9%, Flávio Bolsonaro 35,8%, Renan Santos 7,8%, Ronaldo Caiado 3,1%, Romeu Zema 2,8%, Samara Martins 2,1% e Augusto Cury 1,6%. Num cenário reduzido a cinco nomes, Lula vai a 47,4% e Flávio a 37,0%. No 2º turno, Lula vence os SEIS cenários em que aparece, e aqui está o dado que o painel tem obrigação de destacar: a vantagem mais apertada dele NÃO é contra Flávio, é contra JAIR Bolsonaro, 49,2% a 43,9%, uma diferença de 5,3pp contra os 6,3pp do cenário com o filho. A distância entre os dois cenários, 1,0pp, está no limite da margem, então isso não desfaz empate nenhum e sim sugere que, pelo mesmo instituto e no mesmo campo, o nome do pai testa igual ou melhor que o do filho. Nos dois cenários SEM Lula, Haddad 44,3% x Flávio 43,7%, empate técnico dentro da margem, e Alckmin 45,8% x Flávio 42,7%. A rejeição é o número mais duro da rodada: Flávio 52,9%, Lula 49,4% e Jair 42,6%. Vale a comparação que importa mais que a disputa entre institutos: a rejeição de Flávio fica 17,1pp acima da própria intenção de voto dele no 1º turno, 35,8%, enquanto em Lula essa distância é de 4,5pp, 49,4% contra 44,9%. É restrição estrutural, não dado do dia. Contra a rodada de 01/Jul do mesmo instituto, os DOIS primeiros colocados caem, Lula de 46,3% para 44,9% e Flávio de 36,6% para 35,8%, e o gap do 1º turno estreita de 9,7pp para 9,1pp. No returno direto, o gap sai de 6,5pp para 6,3pp. Com margem de 1pp, cada um desses movimentos cabe no ruído, e a leitura honesta da urna é ESTABILIDADE, não avanço nem recuo. O que se move fora da margem é a avaliação do governo: a aprovação de Lula sobe 1,7pp, de 45,9% para 47,6%, e a desaprovação cai 1,1pp, de 52,3% para 51,2%, mantendo a desaprovação à frente pelo mesmo método. SOBRE A COINCIDÊNCIA entre a queda do preço e o estreitamento na pesquisa, o painel registra a direção e NÃO afirma causa, e a razão é dupla. Primeiro, os tamanhos são diferentes: a pesquisa estreitou o gap em 0,6pp e o mercado estreitou 1,10pp. Segundo, o mesmo pregão teve outros dois eventos capazes de mover preço, e o painel não tem instrumento para separar as contribuições. Escolher uma causa aqui seria inventar precisão que o dado não tem. O ACHADO DE MÉTODO DO DIA está em Renan Santos, e ele é sobre a mecânica da convergência, não sobre o nível. Com 7,8% na urna e 8,60% de preço, a distância entre probabilidade implícita e intenção de voto declarada caiu para 0,80pp. Nas semanas anteriores essa distância estreitava porque o PREÇO cedia, enquanto a urna ficava em 3%; nesta rodada ela estreitou porque a URNA subiu, e subiu na pesquisa de maior amostra do recorte. São duas coisas diferentes acontecendo com o mesmo número, e a segunda é mais relevante, porque significa que o voto declarado se moveu na direção que o preço já apontava. Continua valendo que probabilidade de vitória e intenção de voto são grandezas diferentes, que não se subtraem uma da outra como se medissem a mesma coisa, e que convergência não é prova de acerto de ninguém. A dispersão entre institutos, aliás, não se resolveu com a maior amostra do recorte: seguem de pé 9% na Real Time de 21/Jul, 7,8% na AtlasIntel de hoje, 6% na PoderData/Aya de 16/Jul, 5% na BTG/Nexus de 27/Jul e 3% em Datafolha, Gerp e Indexa. Seis pontos percentuais de amplitude entre institutos para o mesmo nome no mesmo mês é o dado que este painel não consegue reduzir, e ele é mais informativo que qualquer média. O TERCEIRO EIXO é Caiado, e ele inverteu o sinal dos dois pregões anteriores. Vinha subindo forte no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor; hoje SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%, com Renan Santos recuperando 1,00pp naquele mesmo book. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%. Só que a urna do dia foi contra ele, e com força: 3,1% no 1º turno, metade dos 6% que a BTG/Nexus mediu dois dias antes, e returno de 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul entre Nexus e Datafolha ganhou a terceira medição que faltava e ela ficou do lado da Datafolha. Preço subindo e urna piorando no mesmo dia é divergência de direção, e o painel registra as duas sem escolher qual está certa. Politicamente, porém, foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas deu aval para aliados apoiarem sua candidatura presidencial (CNN Brasil) e ele adotou a estratégia de atacar Lula e Flávio na mesma medida, dizendo que Flávio perdeu a própria convenção para um argentino e um avatar (Folha de S.Paulo, Estadão, Pleno.News). O QUARTO EIXO é institucional, é o mais forte da semana, e ele nasceu dentro da própria convenção do PL. Em 28/Jul à noite, Moraes deu 48 horas para a defesa de Jair Bolsonaro dizer se ele autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo gerado por inteligência artificial exibido na convenção de Flávio, citando risco de nova violação das medidas cautelares (O Globo, G1, Estadão). Nesta quarta a defesa respondeu que ele NÃO autorizou (Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão), enquanto a campanha de Flávio dizia ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado (Folha de S.Paulo). O PT acionou o TSE por outro vídeo de IA, em que Flávio pilota um caça ao lado de Javier Milei. Ministros do TSE veem abuso e querem frear o uso exagerado de IA em campanha, e o STF se prepara para agir caso o TSE não puna (Estadão, O Globo). No mesmo dia, Lula reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores e defendeu reforma de instituições (Folha de S.Paulo), e Dino determinou que governo e Congresso especifiquem a responsabilidade de parlamentares sobre emendas, com prazo de 10 dias (G1, Folha de S.Paulo). Mesmo com todo esse acúmulo, o mercado de impeachment de ministro do STF subiu apenas 0,05pp e foi a 2,85%, num book de USD 83 mil. Registrar a direção é obrigatório; construir narrativa sobre ela, não, porque uma variação de 0,05pp em USD 83 mil é praticamente imobilidade. No caso Master, o registro é de método e é uma promoção de status: o que a véspera trouxe como reportagem exclusiva do Valor Econômico, a saber que André Mendonça autorizou a Polícia Federal a rastrear no exterior bens de Daniel Vorcaro, apareceu nesta quarta também no Estadão, ou seja, deixou de ser fonte única. O QUINTO EIXO é externo. Trump prorrogou em 28/Jul por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, e nesta quarta o assunto mudou de natureza: o governo brasileiro passou a ler a prorrogação como possível preparação para novas sanções (O Globo, Valor Econômico), e a cúpula da campanha do PL espera medidas americanas contra Alexandre de Moraes (O Globo). Em paralelo, senadores dos Estados Unidos acusaram o governo Trump de promover teorias conspiratórias sobre as eleições brasileiras (G1, CBN). O SEXTO EIXO é a inflação, e ele traz uma lição sobre book pequeno que vale mais que o número. A faixa modal VOLTOU para 5,00% a 5,49%, com 37,95%, enquanto a faixa de 4,50% a 4,99% caiu de 39,25% para 34,70% e a de 5,50% a 5,99% desabou de 12,20% para 3,55%. Ou seja, a virada que o painel registrou ontem se desfez em um único pregão. Num book que soma USD 80 mil e que NÃO é coberto pela trava de dupla leitura, mudar de faixa modal dois dias seguidos é ruído, e o registro honesto é que a leitura de ontem não se sustentou. AS ESTADUAIS DO DIA não entram no recorte nacional do painel, por regra de escopo, mas o conteúdo delas completa o retrato de país partido e agora inclui o maior colégio eleitoral. A Genial/Quaest em São Paulo (n=1.650, campo 23 a 27/Jul, margem 2pp, BR-09998/2026 e SP-04846/2026) dá Flávio 34% x Lula 30% no 1º turno e Flávio 40% x Lula 35% no returno, além de Tarcísio 41% x Haddad 26% na disputa estadual. A Genial/Quaest na Bahia dá Lula 52% x Flávio 18%, com ACM Neto e Jerônimo Rodrigues em empate técnico nos dois turnos. A Ipsos-Ipec no Ceará (n=800, campo 23 a 26/Jul, margem 3pp, BR-07235/2026) dá Lula 54% x Flávio 23%. Somando o que já foi publicado, Flávio ganha em São Paulo e no Rio de Janeiro, Lula ganha o Nordeste com folga e Minas Gerais está em empate técnico. UMA NOTA DE CAPTURA, e ela é de processo. A trava de dupla leitura REPROVOU a 1ª rodada por uma divergência de 1,00pp no 3º lugar de Renan Santos, de 62,50% para 61,50%, e APROVOU a 2ª rodada sem nenhuma divergência nos cinco books eleitorais. Foram quatro leituras no total, ao longo de dezesseis minutos, e os 61,50% publicados são o valor que repetiu nas três últimas. Todos os preços desta atualização entram como firmes e não há faixa. Ontem foram duas rodadas bloqueadas e o mesmo tipo de book fino apareceu de novo hoje, o que é consistente: o 3º lugar do 1º turno soma USD 484 mil contra USD 116,49M do presidencial, e spread largo em book desse tamanho é normal. Por fim, o calendário: a semana ainda traz PoderData em 30/Jul (n=2.400) e Vox Brasil em 31/Jul (n=2.100) para dizer se o patamar de 62,50% tem lastro de urna, e o prazo de 05/Ago para definição de vices segue valendo para Flávio e para Zema."
|
| 165 |
}
|
|
|
|
| 1 |
{
|
| 2 |
+
"updatedAt": "29/07/2026, 19:50",
|
| 3 |
+
"subtitle": "ATUALIZAÇÃO 29/Jul 19:50 BRT, a 67 dias do 1º turno. O DIA É O INVERSO EXATO DA VÉSPERA: ontem não houve urna nacional e o preço do favorito subiu 1,00pp; hoje saiu a pesquisa nacional de maior amostra do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, para 62,50%, com o gap sobre Flávio recuando de +39,65pp para +38,55pp. A URNA: AtlasIntel/Bloomberg (n=5.021, campo 22 a 27/Jul, margem de 1pp, BR-08602/2026, custo de R$ 80 mil e financiamento próprio) dá Lula 44,9% x Flávio 35,8% no 1º turno, gap de 9,1pp, com Renan Santos 7,8%, Caiado 3,1% e Zema 2,8%. Lula vence os SEIS returnos em que aparece, e a vantagem mais apertada é de 5,3pp contra JAIR Bolsonaro (49,2% a 43,9%), não contra Flávio, que fica em 6,3pp. Nos dois cenários sem Lula, Haddad 44,3% x Flávio 43,7%, empate técnico, e Alckmin 45,8% x Flávio 42,7%. Aprovação de Lula 47,6% contra 51,2% de desaprovação. Rejeição: Flávio 52,9%, Lula 49,4% e Jair 42,6%. Contra a própria rodada de 01/Jul do instituto, os DOIS primeiros caem e o gap do 1º turno estreita de 9,7pp para 9,1pp, tudo dentro da margem de 1pp, então a leitura honesta da urna é estabilidade. A DIREÇÃO COINCIDE, O TAMANHO NÃO: a pesquisa estreitou o gap em 0,6pp e o mercado estreitou 1,10pp no mesmo pregão, e o painel registra a coincidência sem afirmar causa. O ACHADO DE MÉTODO está em Renan Santos: 7,8% na urna contra 8,70% de preço deixa a distância em 0,90pp, e nesta rodada ela estreitou pelo lado da URNA, que subiu, e não pelo lado do preço, como vinha acontecendo. CAIADO INVERTEU o sinal de ontem: subiu 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e caiu 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%, no mesmo dia em que a urna o cortou pela metade, de 6% na BTG/Nexus para 3,1%. O EIXO INSTITUCIONAL nasceu dentro da própria convenção do PL: depois de Moraes dar 48 horas em 28/Jul, a defesa de Jair Bolsonaro respondeu nesta quarta que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo de inteligência artificial, enquanto Flávio dizia ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado. E o único mercado que acompanhou esse acúmulo foi o de impeachment de ministro do STF, que SUBIU 0,55pp, para 3,35%, num book de USD 83 mil, onde 0,55pp é pouquíssimo dinheiro. Volume total acumulado no presidencial em USD 116,49M. Cruzamento com Polymarket ao vivo 29/Jul 22:50 UTC: a trava de dupla leitura rodou TRÊS vezes hoje. Reprovou a 1ª por 1,00pp de divergência no 3º lugar de Renan Santos, aprovou a 2ª sem divergência nenhuma, e na 3ª, feita às 19:50 para conferir o mercado antes do fechamento editorial, reprovou de novo, agora APENAS no book de Michelle Bolsonaro, que oscilou entre 0,35% e 0,55%. Todos os demais preços repetiram e entram FIRMES; o de Michelle entra como FAIXA declarada.",
|
| 4 |
"candidates": [
|
| 5 |
{
|
| 6 |
"rank": "1",
|
|
|
|
| 34 |
"Quarto fechamento diário seguido em alta na série do AFOS, saindo de 22,90% em 25/Jul para 24,00% no fechamento de hoje.",
|
| 35 |
"O gap contra ele estreitou 1,10pp no dia, de +39,65pp para +38,55pp, e é o mais estreito desde 24/Jul pelo fechamento diário da série.",
|
| 36 |
"Lidera São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, nos DOIS turnos: 34% a 30% no 1º e 40% a 35% no returno (Genial/Quaest, n=1.650, campo 23 a 27/Jul, BR-09998/2026).",
|
| 37 |
+
"Subiu 0,50pp no book de 2º lugar do 1º turno, para 78,50%, ou seja, a posição de returno segue consolidada e não em disputa.",
|
| 38 |
"Recebeu apoio explícito do PL para tentar unificar o palanque de Minas Gerais em torno de Marcelo Aro, depois de o Republicanos anunciar Cleitinho fora da disputa."
|
| 39 |
],
|
| 40 |
"fracos": [
|
| 41 |
"A rejeição medida pela AtlasIntel, 52,9%, é a mais alta entre os testados e fica 17,1pp acima da própria intenção de voto dele no 1º turno, 35,8%.",
|
| 42 |
"No mesmo levantamento, JAIR Bolsonaro testa melhor que ele no returno, perdendo por 5,3pp contra os 6,3pp dele, ainda que a diferença de 1,0pp esteja no limite da margem.",
|
| 43 |
"Contra a rodada de 01/Jul da própria AtlasIntel ele CAI de 36,6% para 35,8%, sem avanço na maior amostra do recorte.",
|
| 44 |
+
"A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo de inteligência artificial exibido na convenção do PL, e Moraes já havia dito que, nessa hipótese, a peça pode configurar deep fake vedado pela lei eleitoral, com responsabilização dele e do partido.",
|
| 45 |
"Segue sem vice definida, com o prazo de 05/Ago a menos de uma semana, e vetou a mãe como suplente no arranjo do Rio para evitar associação a um aliado (O Globo, 29/Jul)."
|
| 46 |
],
|
| 47 |
+
"analise": "O dia dele tem duas camadas que andam em sentidos opostos, e o painel precisa separar as duas. No preço, foi mais um dia de alta pequena e persistente: subiu 0,10pp, para 23,95% (vol USD 7,70M), e o fechamento diário da série do AFOS registra o quarto avanço seguido, saindo de 22,90% em 25/Jul para 24,00% hoje. Como o favorito caiu 1,00pp, o gap contra ele estreitou 1,10pp e foi a +38,55pp, o mais estreito desde 24/Jul pelo fechamento diário. Nos sub-mercados o retrato é de posição consolidada: SUBIU 0,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,50%, e CAIU 1,50pp no 3º lugar, para 6,25%. Um nome que SOBE no contrato de segundo colocado e cede no de terceiro é um nome que o mercado já decidiu onde colocar. Na urna, a camada é outra. A AtlasIntel de 29/Jul o mede em 35,8% no 1º turno, recuo de 0,8pp contra a rodada de 01/Jul do instituto, e em 42,9% no returno contra 49,2% de Lula. O número que mais pesa não é nenhum desses: é a rejeição de 52,9%, a mais alta entre os testados, que fica 17,1pp acima da própria intenção de voto dele. Em Lula, a mesma distância é de 4,5pp. Isso descreve uma candidatura com teto, não com trajetória, e é restrição estrutural, não fato do dia. Há ainda o achado interno ao levantamento: JAIR Bolsonaro perde o returno por 5,3pp e ele perde por 6,3pp, com a diferença de 1,0pp no limite da margem. Pelo mesmo instituto e no mesmo campo, o nome do pai não testa pior que o do filho. Nas estaduais, o dia foi bom onde importa em número de votos: lidera São Paulo nos dois turnos, 34% a 30% no 1º e 40% a 35% no returno. E foi ruim no Nordeste, com 18% na Bahia e 23% no Ceará. No campo institucional, a terça-feira cobrou o preço da própria convenção: depois de Moraes dar 48 horas em 28/Jul, a defesa de Jair Bolsonaro respondeu nesta quarta que ele NÃO autorizou o uso da imagem e da voz no vídeo de inteligência artificial (Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão, 29/Jul), enquanto a campanha dele dizia ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado (Folha de S.Paulo). O painel registra os dois posicionamentos e não projeta desfecho."
|
| 48 |
},
|
| 49 |
{
|
| 50 |
"rank": "3",
|
| 51 |
"name": "Renan Santos",
|
| 52 |
"party": "Missão",
|
| 53 |
"color": "#8B5CF6",
|
| 54 |
+
"header": "Polymarket 8,70% no vencedor (queda 0,05pp, vol USD 8,59M acumulado). O número do dia não é o preço, é a DISTÂNCIA: com 7,8% na AtlasIntel de 29/Jul, a divergência entre probabilidade implícita e intenção de voto caiu para 0,90pp, e nesta rodada ela estreitou pelo lado da URNA, que subiu, não pelo lado do preço. Nos sub-mercados, caiu 0,45pp no 2º lugar, para 11,70%, e recuperou 1,00pp no 3º lugar, para 61,50%.",
|
| 55 |
"fortes": [
|
| 56 |
"A urna nova é a segunda melhor leitura nacional dele no recorte, 7,8%, atrás apenas dos 9% da Real Time de 21/Jul, e vem com a maior amostra e a menor margem do recorte.",
|
| 57 |
+
"A distância entre o preço dele e a urna caiu para 0,90pp, e estreitou pelo lado da pesquisa, que subiu, e não pelo lado do preço, como vinha acontecendo desde junho.",
|
| 58 |
"Recuperou 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 61,50%, revertendo parte da transferência para Caiado dos dois pregões anteriores.",
|
| 59 |
"Mantém o terceiro maior preço do book presidencial e o maior volume acumulado entre os nomes competitivos, USD 8,59M, acima de Lula e de Flávio."
|
| 60 |
],
|
| 61 |
"fracos": [
|
| 62 |
+
"Caiu 0,05pp no contrato de vencedor e 0,45pp no de 2º lugar do 1º turno, ou seja, a recuperação do dia ficou restrita ao book de terceiro colocado.",
|
| 63 |
"No returno, é o cenário mais confortável para Lula em todo o levantamento da AtlasIntel: 47,6% a 30,2%, uma distância de 17,4pp.",
|
| 64 |
+
"Os 8,70% de hoje seguem muito abaixo do pico de 17,90% de 09/Jun, então o nível atual é continuação de recuo e não patamar novo.",
|
| 65 |
"A dispersão entre institutos não se resolveu com a maior amostra do recorte: continuam de pé 9% na Real Time, 7,8% na AtlasIntel, 6% na PoderData/Aya, 5% na BTG/Nexus e 3% em Datafolha, Gerp e Indexa.",
|
| 66 |
"Foi o único book que a trava de captura reprovou na 1ª rodada, com 1,00pp de divergência no 3º lugar, o que indica book fino e spread largo naquele contrato."
|
| 67 |
],
|
| 68 |
+
"analise": "O dia dele é o mais interessante do painel em termos de método, e o número que importa não é o preço. No preço, caiu 0,05pp e foi a 8,70% (vol USD 8,59M), com queda de 0,45pp no 2º lugar do 1º turno, para 11,70%, e recuperação de 1,00pp no 3º lugar, para 61,50%. Ou seja, dos três books em que aparece, dois cederam e um devolveu parte do que havia perdido para Caiado. O que muda de fato é a distância que este painel acompanha desde junho. A AtlasIntel de 29/Jul, com n=5.021 e margem de 1pp, o mede em 7,8% no 1º turno. Contra 8,70% de preço, a distância entre probabilidade implícita e intenção de voto declarada fica em 0,90pp. E o ponto que vale registrar é a MECÂNICA, não o tamanho: nas semanas anteriores essa distância estreitava porque o preço cedia, enquanto a urna ficava em 3%; nesta rodada ela estreitou porque a URNA subiu, e subiu na pesquisa de maior amostra do recorte. São duas coisas diferentes acontecendo com o mesmo número, e a segunda é mais relevante que a primeira, porque significa que o voto declarado se moveu na direção que o preço já apontava. Continua valendo a ressalva de sempre: probabilidade de vitória e intenção de voto são grandezas diferentes e não podem ser subtraídas uma da outra como se medissem a mesma coisa, e o painel registra a proximidade como distância entre grandezas, não como acerto de alguém. A dispersão entre institutos, por outro lado, não se resolveu: continuam de pé 9% na Real Time de 21/Jul, 7,8% na AtlasIntel de hoje, 6% na PoderData/Aya de 16/Jul, 5% na BTG/Nexus de 27/Jul e 3% em Datafolha, Gerp e Indexa. Seis pontos percentuais de amplitude entre institutos para o mesmo nome no mesmo mês é o dado que o painel não consegue reduzir. No returno, a AtlasIntel dá o cenário mais confortável de Lula em todo o levantamento contra ele: 47,6% a 30,2%, 17,4pp de distância. Ressalva de série: 8,70% não é máximo nem mínimo, com pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr. E uma nota de captura que diz respeito a ele em particular: o 3º lugar dele foi o ÚNICO book que a trava reprovou na 1ª rodada, com 1,00pp de divergência entre as duas leituras, e os 61,50% publicados são o valor que repetiu nas três leituras seguintes."
|
| 69 |
},
|
| 70 |
{
|
| 71 |
"rank": "4",
|
| 72 |
"name": "Caiado / Haddad / Zema",
|
| 73 |
"party": "PSD/PT/Novo",
|
| 74 |
"color": "#6B7280",
|
| 75 |
+
"header": "Polymarket: Caiado 2,35% (alta 0,45pp, vol USD 5,20M), Jair 1,05% (estável, vol USD 5,26M), Zema 0,75% (alta 0,20pp, vol USD 4,57M), Michelle numa FAIXA de 0,35% a 0,55%, não confirmada pela trava (vol USD 9,34M), Alckmin 0,35% (alta 0,10pp, vol USD 4,94M), Camilo Santana 0,35% (queda 0,05pp), Haddad 0,25% (estável, vol USD 6,38M), Tereza Cristina 0,25% (alta 0,10pp), Tarcísio 0,15% (estável, vol USD 13,66M). No 3º lugar do 1º turno, Caiado CAIU 1,00pp, para 25,50%. Na AtlasIntel de 29/Jul, Caiado tem 3,1% e Zema 2,8% no 1º turno.",
|
| 76 |
+
"subtitle": "29/Jul, a 67 dias: o pelotão inverteu o sinal dos dois dias anteriores. Caiado, que vinha subindo no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor, hoje fez o contrário: SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar, para 25,50%. E a urna do dia foi contra ele: a AtlasIntel o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento. A divergência que o painel registrou em 27/Jul ganhou terceira medição e ficou do lado da Datafolha. Politicamente, porém, foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem sua candidatura (CNN Brasil) e ele passou a atacar Lula e Flávio na mesma medida (Folha de S.Paulo). Zema subiu 0,20pp, para 0,75%, e a nacional de hoje põe o dado estadual da véspera em perspectiva: no returno nacional ele perde de Lula por 48,6% a 39,6%. Haddad ficou parado em 0,25% no vencedor e SUBIU 0,30pp no 2º lugar do 1º turno, para 1,15%, no mesmo dia em que a AtlasIntel o mostrou em empate técnico com Flávio num cenário sem Lula, 44,3% a 43,7%.",
|
| 77 |
"caiado": {
|
| 78 |
"label": "CAIADO (PSD), Poly presidencial 2,35% (alta 0,45pp, vol USD 5,20M) | 3º lugar do 1º turno 25,50% (queda 1,00pp) | candidato oficializado em 26/Jul, com Kassab de vice | última nacional: AtlasIntel 29/Jul, 1T 3,1% e 2º turno Lula 48,2% x Caiado 38,9%",
|
| 79 |
+
"fortes": "O sinal se inverteu em favor do contrato que mais importa: SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, depois de dois pregões em que só subia no book de colocação. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e de 19/Jun. Ou seja, o preço dele voltou ao alto da própria faixa histórica. Politicamente foi o melhor dia do pelotão: Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem a candidatura dele (CNN Brasil, 28/Jul), e ele adotou como estratégia atacar Lula e Flávio na mesma medida (Folha de S.Paulo), inclusive dizendo que Flávio perdeu a própria convenção para um argentino e um avatar.",
|
| 80 |
"fracos": "A urna do dia o cortou pela metade e desfez o cenário mais favorável que ele tinha. A AtlasIntel de 29/Jul, com n=5.021 e margem de 1pp, o mede em 3,1% no 1º turno, contra 6% na BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul entre Nexus e Datafolha ganhou a terceira medição que faltava e ela ficou do lado da Datafolha. E o preço no book de terceiro colocado CEDEU 1,00pp, para 25,50%, devolvendo parte da alta dos dois dias anteriores. Ressalva de escala: 2,35% segue sendo patamar baixo em absoluto, num book onde o favorito vale 62,50%."
|
| 81 |
},
|
| 82 |
"haddad": {
|
| 83 |
+
"label": "HADDAD (PT), Poly presidencial 0,25% (estável, vol USD 6,38M) | 2º lugar do 1º turno 1,15% (alta 0,30pp) | não testado no cenário principal de 1º turno pelas nacionais | AtlasIntel 29/Jul, cenário SEM Lula: Haddad 44,3% x Flávio 43,7%, empate técnico",
|
| 84 |
+
"fortes": "Teve o melhor dado de urna do pelotão, e ele é NACIONAL, ao contrário do de Zema na véspera. Num dos dois cenários de returno sem Lula da AtlasIntel de 29/Jul, ele aparece com 44,3% contra 43,7% de Flávio, empate técnico dentro da margem de 1pp, e é o resultado mais apertado de toda a rodada. O preço no book de 2º lugar do 1º turno SUBIU 0,30pp, para 1,15%, no mesmo dia.",
|
| 85 |
"fracos": "O contrato de vencedor não se moveu: ficou em 0,25% pelo segundo pregão. Subir na chance de chegar ao returno e não subir na de ganhar é sinal cruzado, e no caso dele há um agravante de leitura: ele não é candidato à Presidência, disputa o governo de São Paulo, e naquela corrida a Genial/Quaest de 29/Jul o coloca com 26% contra 41% de Tarcísio no 1º turno. O cenário sem Lula é hipótese de pesquisa, não candidatura em curso, e o painel registra o número sem tratá-lo como corrida real."
|
| 86 |
},
|
| 87 |
"zema": {
|
|
|
|
| 89 |
"fortes": "Subiu 0,20pp no contrato presidencial, para 0,75%, e é o nome do pelotão com o segundo maior preço, atrás só de Caiado entre os que disputam de fato a Presidência. Pretende intensificar a presença na campanha ao governo de Minas Gerais (Folha de S.Paulo, 29/Jul), num estado em que a Genial/Quaest da véspera o mostrou numericamente à frente de Lula num cenário de returno estadual.",
|
| 90 |
"fracos": "A nacional de hoje põe o dado estadual da véspera em perspectiva e a perspectiva é dura: a AtlasIntel o mede em 2,8% no 1º turno e o coloca perdendo o returno nacional para Lula por 48,6% a 39,6%, 9,0pp de distância. Um returno em Minas e um returno nacional são perguntas diferentes, e a de hoje é a segunda. Ressalva de série, e ela é grande: o máximo dele na série do AFOS é 10,10%, de 26/Abr, então 0,75% está a menos de um décimo daquele nível e a alta de 0,20pp é pouco dinheiro em termos absolutos. Segue SEM vice anunciado, com o prazo de 05/Ago a menos de uma semana."
|
| 91 |
},
|
| 92 |
+
"analise": "O pelotão inverteu o sinal dos dois pregões anteriores, e a inversão vale mais que o tamanho dos números. Caiado vinha subindo forte no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor; hoje fez exatamente o contrário, SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar, para 25,50%. Do outro lado dessa conta está Renan Santos, que recuperou 1,00pp naquele mesmo book. O detalhe que dá sentido ao movimento é a urna, e ela foi contra Caiado: a AtlasIntel de 29/Jul, com n=5.021 e margem de 1pp, o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%. A divergência que o painel registrou em 27/Jul entre Nexus (45% a 43%) e Datafolha (47% a 40%) ganhou a terceira medição que faltava, e ela ficou do lado da Datafolha. Ou seja, o preço de vencedor subiu no dia em que a urna piorou, e o painel registra a divergência de direção sem escolher qual das duas está certa. Politicamente, foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem sua candidatura e ele passou a atacar Lula e Flávio na mesma medida. O melhor dado de urna do pelotão, porém, não é dele nem de Zema, é de Haddad, e por uma razão de método: é NACIONAL. Num dos dois cenários sem Lula da AtlasIntel, Haddad empata tecnicamente com Flávio, 44,3% a 43,7%, o resultado mais apertado de toda a rodada, e o preço dele no book de 2º lugar do 1º turno subiu 0,30pp, para 1,15%, enquanto o de vencedor ficou parado em 0,25%. Vale a ressalva de que esse cenário é hipótese de pesquisa e não candidatura em curso. Zema subiu 0,20pp, para 0,75%, e a nacional de hoje reenquadra o dado estadual da véspera: no returno nacional ele perde por 48,6% a 39,6%. Michelle não teve preço confirmado pela trava e entra como FAIXA de 0,35% a 0,55%, Jair ficou em 1,05%, Alckmin subiu 0,10pp para 0,35% e Camilo Santana caiu 0,05pp para 0,35%. Ressalva de método de sempre: são preços entre 0,15% e 2,35% num book onde o favorito vale 62,50%, então variação em pontos percentuais parece grande em termos relativos e é pequena em dinheiro.",
|
| 93 |
"fortes": [
|
| 94 |
"Caiado inverteu o sinal e subiu 0,45pp no contrato que mais importa, o de vencedor, indo a 2,35%, acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun.",
|
| 95 |
"Haddad teve o melhor dado de urna do pelotão e ele é NACIONAL: empate técnico com Flávio, 44,3% a 43,7%, num cenário de returno sem Lula da AtlasIntel de 29/Jul.",
|
| 96 |
+
"Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem a candidatura presidencial de Caiado (CNN Brasil, 28/Jul).",
|
| 97 |
"Zema subiu 0,20pp, para 0,75%, e Alckmin subiu 0,10pp, para 0,35%, no mesmo pregão em que o favorito cedeu 1,00pp."
|
| 98 |
],
|
| 99 |
"fracos": [
|
|
|
|
| 111 |
"p": "URNA NOVA e é a de maior amostra do recorte: AtlasIntel/Bloomberg de 29/Jul (n=5.021, campo 22-27/Jul, margem 1pp, BR-08602/2026) dá 44,9% no 1º turno e vitória nos SEIS cenários de returno em que ele aparece, sendo a mais apertada 5,3pp contra JAIR Bolsonaro (49,2% a 43,9%) e não os 6,3pp contra Flávio. Aprovação 47,6% x desaprovação 51,2%. Contra a rodada de 01/Jul do instituto, recua de 46,3% para 44,9%, dentro da margem. Nas estaduais desta quarta: perde São Paulo por 30% x 34% no 1º turno e 35% x 40% no returno (Genial/Quaest, n=1.650, BR-09998/2026); ganha a Bahia com 52% x 18% e o Ceará com 54% x 23% (Ipsos-Ipec, n=800, BR-07235/2026).",
|
| 112 |
"m": "62,50% (vol USD 7,73M acumulado)",
|
| 113 |
"t": "CAI 1,00pp para 62,50% no dia em que saiu a maior pesquisa nacional do recorte, o inverso exato de ontem. O gap sobre Flávio recuou de +39,65pp para +38,55pp. Não é queda de patamar: 62,50% é o mesmo nível de 25 e 27/Jul e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul. Pelo fechamento diário, o gap de hoje é o mais estreito desde 24/Jul.",
|
| 114 |
+
"s": "67 dias da eleição. A direção do preço coincide com a direção da urna, que também estreitou o gap, mas os tamanhos diferem: 0,6pp na pesquisa contra 1,10pp no mercado. O painel registra a coincidência e não afirma causa, porque o mesmo pregão teve o caso do vídeo de IA no STF e a leitura do governo de que a prorrogação da emergência americana pode preparar novas sanções. Polymarket ao vivo 29/Jul 22:50 UTC.",
|
| 115 |
"pc": "#DC2626",
|
| 116 |
"mc": ""
|
| 117 |
},
|
|
|
|
| 119 |
"n": "Flávio Bolsonaro (PL)",
|
| 120 |
"p": "AtlasIntel de 29/Jul: 35,8% no 1º turno, 42,9% no returno contra 49,2% de Lula e rejeição de 52,9%, a mais alta entre os testados. Recua de 36,6% para 35,8% contra a rodada de 01/Jul do instituto. O achado desconfortável é interno ao levantamento: JAIR Bolsonaro perde o returno por 5,3pp e ele perde por 6,3pp. Nas estaduais desta quarta, lidera São Paulo nos dois turnos, 34% x 30% e 40% x 35%, e fica muito atrás no Nordeste, com 18% na Bahia e 23% no Ceará.",
|
| 121 |
"m": "23,95% (vol USD 7,70M acumulado)",
|
| 122 |
+
"t": "SOBE 0,10pp para 23,95%, e o fechamento diário da série do AFOS registra o QUARTO avanço seguido, saindo de 22,90% em 25/Jul. Nos sub-mercados, SOBE 0,50pp no 2º lugar do 1º turno, para 78,50%, e CAI 1,50pp no 3º lugar, para 6,25%.",
|
| 123 |
"s": "A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que ele NÃO autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo de inteligência artificial exibido na convenção do PL, depois de Moraes dar 48 horas em 28/Jul (Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão). No mesmo dia, a campanha dele disse ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado. A rejeição de 52,9% fica 17,1pp acima da intenção de voto dele. Segue sem vice, com prazo até 05/Ago.",
|
| 124 |
"pc": "#2563EB",
|
| 125 |
"mc": ""
|
|
|
|
| 127 |
{
|
| 128 |
"n": "Renan Santos (Missão)",
|
| 129 |
"p": "AtlasIntel de 29/Jul: 7,8% no 1º turno, segunda melhor leitura nacional dele no recorte, atrás só dos 9% da Real Time de 21/Jul, e agora vinda da maior amostra e da menor margem. A dispersão entre institutos não se resolveu: seguem de pé 9% na Real Time, 7,8% na AtlasIntel, 6% na PoderData/Aya de 16/Jul, 5% na BTG/Nexus de 27/Jul e 3% em Datafolha, Gerp e Indexa. No returno, o cenário mais confortável de Lula em toda a rodada: 47,6% a 30,2%.",
|
| 130 |
+
"m": "8,70% (vol USD 8,59M acumulado)",
|
| 131 |
+
"t": "CAI 0,05pp para 8,70% no vencedor e 0,45pp no 2º lugar do 1º turno, para 11,70%, e RECUPERA 1,00pp no 3º lugar, para 61,50%, revertendo parte da transferência para Caiado. Ressalva de série: pico de 17,90% em 09/Jun e piso de 5,30% em 26/Abr.",
|
| 132 |
+
"s": "O ACHADO DE MÉTODO DO DIA: com 7,8% na urna e 8,70% de preço, a distância entre probabilidade implícita e intenção de voto caiu para 0,90pp, e nesta rodada ela estreitou pelo lado da URNA, que subiu, e não pelo lado do preço, como vinha acontecendo desde junho. Seguem sendo grandezas diferentes, e o painel registra a distância sem chamar nenhuma das fontes de errada. O 3º lugar dele foi o único book que a trava reprovou na 1ª rodada.",
|
| 133 |
"pc": "#F59E0B",
|
| 134 |
"mc": ""
|
| 135 |
},
|
|
|
|
| 138 |
"p": "A terceira medição chegou e desmontou o empate técnico: AtlasIntel de 29/Jul o mede em 3,1% no 1º turno, metade dos 6% da BTG/Nexus de dois dias antes, e no returno o coloca perdendo por 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe dos 45% a 43% da Nexus e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul ficou do lado da Datafolha.",
|
| 139 |
"m": "2,35% (vol USD 5,20M)",
|
| 140 |
"t": "INVERTE o sinal dos dois pregões anteriores: SOBE 0,45pp no contrato de vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%, de 14/Abr e de 19/Jun.",
|
| 141 |
+
"s": "O preço de vencedor subiu no dia em que a urna piorou, e o painel registra a divergência de direção sem escolher lado. Politicamente foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem sua candidatura (CNN Brasil) e ele adotou a estratégia de atacar Lula e Flávio na mesma medida, dizendo que Flávio perdeu a própria convenção para um argentino e um avatar (Folha de S.Paulo, Estadão).",
|
| 142 |
"pc": "#16A34A",
|
| 143 |
"mc": ""
|
| 144 |
},
|
|
|
|
| 154 |
{
|
| 155 |
"n": "STF impeachment",
|
| 156 |
"p": "Sem pesquisa. Mercado de impeachment de ministro do STF antes de 2027.",
|
| 157 |
+
"m": "3,35% (vol USD 83 mil)",
|
| 158 |
+
"t": "SOBE 0,55pp para 3,35%, ou seja, o preço andou para CIMA no dia mais denso da semana em fato institucional, depois de cair 0,60pp na véspera.",
|
| 159 |
+
"s": "Ressalva de método decisiva: com USD 83 mil de volume acumulado contra USD 116,49M do presidencial, 0,55pp nesse book é pouquíssimo dinheiro, então o registrável é a direção e não o tamanho. O contexto do dia: a defesa de Jair Bolsonaro respondeu a Moraes que ele não autorizou o vídeo de IA da convenção do PL, e Moraes já havia dito que, nessa hipótese, a peça pode configurar deep fake eleitoral, com responsabilização de Flávio e do PL; ministros do TSE veem abuso e querem frear o uso de IA em campanha; o STF se prepara para agir caso o TSE não puna; e Lula reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores. Diante desse acúmulo, o dinheiro real se moveu na mesma direção, num contrato pequeno demais para transformar isso em risco de remoção precificado.",
|
| 160 |
"pc": "#64748B",
|
| 161 |
"mc": ""
|
| 162 |
}
|
| 163 |
],
|
| 164 |
+
"cruzamento": "O 29/Jul foi o inverso exato da véspera, e a inversão é o próprio achado. Ontem NÃO houve urna nacional e o preço do favorito SUBIU 1,00pp. Nesta quarta saiu a pesquisa nacional de maior amostra do recorte e o preço do favorito CAIU 1,00pp, de 63,50% para 62,50% (vol USD 7,73M), com o gap sobre Flávio recuando de +39,65pp para +38,55pp. Antes de qualquer leitura, a ressalva de nível, porque ela evita o erro que o painel já cometeu: 62,50% não é queda de patamar, é o mesmo nível de 25 e de 27/Jul, e o topo da série do AFOS marcou 63,50% em 26 e em 28/Jul. Pelo fechamento diário da série, o gap de hoje é o mais estreito desde 24/Jul. A URNA DO DIA é a AtlasIntel/Bloomberg (campo 22 a 27/Jul, n=5.021, margem de 1pp, 95% de confiança, BR-08602/2026, custo de R$ 80 mil com financiamento próprio), e ela é a de maior amostra do recorte, à frente dos 5.000 da própria rodada do instituto em 01/Jul, com a menor margem, empatada em 1pp com essa mesma rodada. No 1º turno: Lula 44,9%, Flávio Bolsonaro 35,8%, Renan Santos 7,8%, Ronaldo Caiado 3,1%, Romeu Zema 2,8%, Samara Martins 2,1% e Augusto Cury 1,6%. Num cenário reduzido a cinco nomes, Lula vai a 47,4% e Flávio a 37,0%. No 2º turno, Lula vence os SEIS cenários em que aparece, e aqui está o dado que o painel tem obrigação de destacar: a vantagem mais apertada dele NÃO é contra Flávio, é contra JAIR Bolsonaro, 49,2% a 43,9%, uma diferença de 5,3pp contra os 6,3pp do cenário com o filho. A distância entre os dois cenários, 1,0pp, está no limite da margem, então isso não desfaz empate nenhum e sim sugere que, pelo mesmo instituto e no mesmo campo, o nome do pai testa igual ou melhor que o do filho. Nos dois cenários SEM Lula, Haddad 44,3% x Flávio 43,7%, empate técnico dentro da margem, e Alckmin 45,8% x Flávio 42,7%. A rejeição é o número mais duro da rodada: Flávio 52,9%, Lula 49,4% e Jair 42,6%. Vale a comparação que importa mais que a disputa entre institutos: a rejeição de Flávio fica 17,1pp acima da própria intenção de voto dele no 1º turno, 35,8%, enquanto em Lula essa distância é de 4,5pp, 49,4% contra 44,9%. É restrição estrutural, não dado do dia. Contra a rodada de 01/Jul do mesmo instituto, os DOIS primeiros colocados caem, Lula de 46,3% para 44,9% e Fl��vio de 36,6% para 35,8%, e o gap do 1º turno estreita de 9,7pp para 9,1pp. No returno direto, o gap sai de 6,5pp para 6,3pp. Com margem de 1pp, cada um desses movimentos cabe no ruído, e a leitura honesta da urna é ESTABILIDADE, não avanço nem recuo. O que se move fora da margem é a avaliação do governo: a aprovação de Lula sobe 1,7pp, de 45,9% para 47,6%, e a desaprovação cai 1,1pp, de 52,3% para 51,2%, mantendo a desaprovação à frente pelo mesmo método. SOBRE A COINCIDÊNCIA entre a queda do preço e o estreitamento na pesquisa, o painel registra a direção e NÃO afirma causa, e a razão é dupla. Primeiro, os tamanhos são diferentes: a pesquisa estreitou o gap em 0,6pp e o mercado estreitou 1,10pp. Segundo, o mesmo pregão teve outros dois eventos capazes de mover preço, e o painel não tem instrumento para separar as contribuições. Escolher uma causa aqui seria inventar precisão que o dado não tem. O ACHADO DE MÉTODO DO DIA está em Renan Santos, e ele é sobre a mecânica da convergência, não sobre o nível. Com 7,8% na urna e 8,70% de preço, a distância entre probabilidade implícita e intenção de voto declarada caiu para 0,90pp. Nas semanas anteriores essa distância estreitava porque o PREÇO cedia, enquanto a urna ficava em 3%; nesta rodada ela estreitou porque a URNA subiu, e subiu na pesquisa de maior amostra do recorte. São duas coisas diferentes acontecendo com o mesmo número, e a segunda é mais relevante, porque significa que o voto declarado se moveu na direção que o preço já apontava. Continua valendo que probabilidade de vitória e intenção de voto são grandezas diferentes, que não se subtraem uma da outra como se medissem a mesma coisa, e que convergência não é prova de acerto de ninguém. A dispersão entre institutos, aliás, não se resolveu com a maior amostra do recorte: seguem de pé 9% na Real Time de 21/Jul, 7,8% na AtlasIntel de hoje, 6% na PoderData/Aya de 16/Jul, 5% na BTG/Nexus de 27/Jul e 3% em Datafolha, Gerp e Indexa. Seis pontos percentuais de amplitude entre institutos para o mesmo nome no mesmo mês é o dado que este painel não consegue reduzir, e ele é mais informativo que qualquer média. O TERCEIRO EIXO é Caiado, e ele inverteu o sinal dos dois pregões anteriores. Vinha subindo forte no book de terceiro colocado e caindo no de vencedor; hoje SOBE 0,45pp no vencedor, para 2,35%, e CAI 1,00pp no 3º lugar do 1º turno, para 25,50%, com Renan Santos recuperando 1,00pp naquele mesmo book. Os 2,35% desta captura estão acima de todo fechamento diário da série do AFOS desde 20/Jun, quando a série marcou 2,30%, e o máximo da série é 2,40%. Só que a urna do dia foi contra ele, e com força: 3,1% no 1º turno, metade dos 6% que a BTG/Nexus mediu dois dias antes, e returno de 48,2% a 38,9%, 9,3pp de distância, longe do empate técnico de 45% a 43% daquele levantamento e mais perto dos 47% a 40% da Datafolha de 24/Jul. A divergência que o painel registrou em 27/Jul entre Nexus e Datafolha ganhou a terceira medição que faltava e ela ficou do lado da Datafolha. Preço subindo e urna piorando no mesmo dia é divergência de direção, e o painel registra as duas sem escolher qual está certa. Politicamente, porém, foi o melhor dia dele: Tarcísio de Freitas liberou, em 28/Jul, aliados e prefeitos da base para apoiarem sua candidatura presidencial (CNN Brasil) e ele adotou a estratégia de atacar Lula e Flávio na mesma medida, dizendo que Flávio perdeu a própria convenção para um argentino e um avatar (Folha de S.Paulo, Estadão, Pleno.News). O QUARTO EIXO é institucional, é o mais forte da semana, e ele nasceu dentro da própria convenção do PL. Em 28/Jul à noite, Moraes deu 48 horas para a defesa de Jair Bolsonaro dizer se ele autorizou o uso da própria imagem e voz no vídeo gerado por inteligência artificial exibido na convenção de Flávio, citando risco de nova violação das medidas cautelares (O Globo, G1, Estadão). Nesta quarta a defesa respondeu que ele NÃO autorizou (Folha de S.Paulo, O Globo, Estadão), enquanto a campanha de Flávio dizia ao TSE que o vídeo é legal e não engana o eleitorado (Folha de S.Paulo). O PT acionou o TSE por outro vídeo de IA, em que Flávio pilota um caça ao lado de Javier Milei. Ministros do TSE veem abuso e querem frear o uso exagerado de IA em campanha, e o STF se prepara para agir caso o TSE não puna (Estadão, O Globo). No mesmo dia, Lula reclamou publicamente de corporativismo de juízes e procuradores e defendeu reforma de instituições (Folha de S.Paulo), e Dino determinou que governo e Congresso especifiquem a responsabilidade de parlamentares sobre emendas, com prazo de 10 dias (G1, Folha de S.Paulo). E aqui vem o único ponto em que o dinheiro real acompanhou o acúmulo: o mercado de impeachment de ministro do STF SUBIU 0,55pp e foi a 3,35%, num book de USD 83 mil, depois de ter caído 0,60pp na véspera. Registrar a direção é obrigatório; construir narrativa sobre ela, não, porque 0,55pp em USD 83 mil é pouquíssimo dinheiro. No caso Master, o registro é de método e é uma promoção de status: o que a véspera trouxe como reportagem exclusiva do Valor Econômico, a saber que André Mendonça autorizou o rastreamento no exterior de bens de Daniel Vorcaro, em decisão de maio revelada em 28/Jul,, apareceu nesta quarta também no Estadão, ou seja, deixou de ser fonte única. O QUINTO EIXO é externo. Trump prorrogou em 28/Jul por um ano a emergência nacional sobre o Brasil, e nesta quarta o assunto mudou de natureza: o governo brasileiro passou a ler a prorrogação como possível preparação para novas sanções (O Globo, Valor Econômico), e a cúpula da campanha do PL espera medidas americanas contra Alexandre de Moraes (O Globo). Em paralelo, senadores dos Estados Unidos acusaram o governo Trump de promover teorias conspiratórias sobre as eleições brasileiras (G1, CBN). O SEXTO EIXO é a inflação, e ele traz uma lição sobre book pequeno que vale mais que o número. A faixa modal VOLTOU para 5,00% a 5,49%, com 38,30%, enquanto a faixa de 4,50% a 4,99% caiu de 39,25% para 34,90% e a de 5,50% a 5,99% desabou de 12,20% para 4,10%. Ou seja, a virada que o painel registrou ontem se desfez em um único pregão. Num book que soma USD 81 mil e que NÃO é coberto pela trava de dupla leitura, mudar de faixa modal dois dias seguidos é ruído, e o registro honesto é que a leitura de ontem não se sustentou. AS ESTADUAIS DO DIA não entram no recorte nacional do painel, por regra de escopo, mas o conteúdo delas completa o retrato de país partido e agora inclui o maior colégio eleitoral. A Genial/Quaest em São Paulo (n=1.650, campo 23 a 27/Jul, margem 2pp, BR-09998/2026 e SP-04846/2026) dá Flávio 34% x Lula 30% no 1º turno e Flávio 40% x Lula 35% no returno, além de Tarcísio 41% x Haddad 26% na disputa estadual. A Genial/Quaest na Bahia dá Lula 52% x Flávio 18%, com ACM Neto e Jerônimo Rodrigues em empate técnico nos dois turnos. A Ipsos-Ipec no Ceará (n=800, campo 23 a 26/Jul, margem 3pp, BR-07235/2026) dá Lula 54% x Flávio 23%. Somando o que já foi publicado, Flávio ganha em São Paulo e no Rio de Janeiro, Lula ganha o Nordeste com folga e Minas Gerais está em empate técnico. UMA NOTA DE CAPTURA, e ela é de processo. A trava de dupla leitura rodou TRÊS vezes hoje. Reprovou a 1ª por uma divergência de 1,00pp no 3º lugar de Renan Santos, de 62,50% para 61,50%, aprovou a 2ª sem nenhuma divergência nos cinco books, e na 3ª, feita às 19:50 para conferir o mercado antes do fechamento editorial, reprovou de novo, agora APENAS no book de Michelle Bolsonaro, que oscilou entre 0,35% e 0,55%. Os 61,50% publicados são o valor que repetiu nas leituras seguintes à primeira reprovação. Todos os preços entram FIRMES, com uma exceção declarada: o de Michelle entra como FAIXA. Ontem foram duas rodadas bloqueadas e o mesmo tipo de book fino apareceu de novo hoje, o que é consistente: o 3º lugar do 1º turno soma USD 484 mil contra USD 116,49M do presidencial, e spread largo em book desse tamanho é normal. Por fim, o calendário: a semana ainda traz PoderData em 30/Jul (n=2.400) e Vox Brasil em 31/Jul (n=2.100) para dizer se o patamar de 62,50% tem lastro de urna, e o prazo de 05/Ago para definição de vices segue valendo para Flávio e para Zema."
|
| 165 |
}
|